Wednesday, December 31, 2008

Peidozeco fulminante de caracter mental

Não percebo. Não compreendo porque, num mundo cada vez mais degradado, degradante, depressivo, com uma maior discrepancia entre ricos e pobres, uma distancia cada vez maior entre uma classe que (invariavelmente) subjuga e uma subjugada, A figura do estudante de arquitectura, na sua maioria mais generalizada, quando confrontado com o desafio de encontrar uma forma de combater a progressiva crise de mercado, continua a insistir em servir o capital. Temos de comer, é óbvio, e queremos é vender, correcto. Mas se se vender sempre aos ricos, em breve não haverá nada para vender, nem ninguém a vender. OS ricos são poucos, é necessário que assim seja, a riqueza não é assim tão imensa que possa ser distribuida por grande parte da poplação. Fora a atenção ao facto de que os ricos são, de todos os estereotipos humanos, os que menos necessitam de (ainda) mais propriedade, edificios, casas, whatever. Os pobres, classe média, esses sim são os necessitados, esses sim necessitam de atenção, esses sim necessitam de soluções e alternativas, de algum lado para onde se virar e pode sobreviver. E os pobres e classe média são imensos. Demasiados mesmo. E, consequentemente, uma massa populacional desejosa de se salvar. Como é possivel então que não se perceba que ao postar em salvações para esta gente, se faz uma enorme fortuna?! é que até do ponto de vista empresarial e não humanista é benéfico salvar esta gente! se uma pessoa pagar 100 gera-se menos fortuna do que se 10 pagarem 20. é assim tão irreal, tão utópico, ter consciencia da necesidade de entreajuda humana!? é que em profissionais já estabelecidos, já com ideias consolidadas de como sempre se fez negócio, é perceptivel que nao vejam isto. é natural, foi algo que nunca lhes foi necessario ver. Agora em pessoas que estao emformaçao e têm no minimo a obrigaçao de perceber o mundo e contribuir para o seu melhoramento?! é irreal toda esta estupidez.

Tuesday, December 30, 2008

Israel vs. Palestina

Nem um lado nem outro é inocente, nem culpado. Ambos se movimentam num lamaçal moral que n dá direito à razão qualquer um dos lados. No entanto, quando uma população armada de paus e pedras riposta contra um exército completamente armado com a mais moderna tecnologia militar, quando existe o desespero que trás coragem a enfrentar "isto", alguma coisa tem de significar. Mais não seja, a extrema injustiça de toda a situação

Monday, December 29, 2008

objectivos de vida

1. Ser Imortal
2. Deixar um legado Arquitectonico
3. deixar um legado literario
4. deixar um legado musical
5. Salvar pelo menos 100 vidas
6. ajudar pelo menos 200 vidas
7. modificar para melhor um pais
8. Amar uma mulher digna deste esforço épico
9. humilhar sexualmente uma ordinária vulgar e sem qualquer personalidade
10. Ter prole

No fim ao fechar os olhos, olhar para trás e ter orgulho no bom ser humano e exemplo para o resto da humanidade que fui.

é bom!

Time to pretend

I'm Feelin rough I'm Feelin raw I'm in the prime of my life.

Let's make some music make some money find some models for wives.

I'll move to Paris, shoot some heroin and fuck with the stars.

You man the island and the cocaine and the elegant cars.



This is our decision to live fast and die young.

We've got the vision, now let's have some fun.

Yeah it's overwhelming, but what else can we do?

Get jobs in offices and wake up for the morning commute?



Forget about our mothers and our friends.

We were fated to pretend.



I'll miss the playgrounds and the animals and digging up worms.

I'll miss the comfort of my mother and the weight of the world.

I'll miss my sister, miss my father, miss my dog and my home.

Yeah I'll miss the boredom and the freedom and the time spent alone.



But there is really nothing, nothing we can do.

Love must be forgotten. Life can always start up anew.

The models will have children, we'll get a divorce,

we'll find some more models, Everything must run its course.



We'll choke on our vomit and that will be the end.

We were fated to pretend.



yeah yeah yeah

Thursday, December 11, 2008

Tomorrow

Hello boys and girls, welcome to the motherfucking dawn of a god damned new age! All hail Caos

Wednesday, December 10, 2008

  Umadinamarquesa. Ou sueca, sueca também era fixe. Ou filandesa, ou norueguesa, tb era bom. Numa de conformado: Checoslovaca, polaca (se bem que daí tinha de ser bem escolhido que aquilo há muitas merdosas), ou de um ex-URSS. Ou austriaca, epah q austriaca  era nta porreiro! enfim, qualquer coisa menos caca mediterranica, ranhoso demais.

(o Homem é por Natureza um ser inconformado. Quando o é está pronto para abate)

Friday, December 05, 2008

Tão claro como a água

O mundo não vai mudar. Bom, pelo menos para melhor não vai. A classe politica que domina o pais está demasiado podre, demasiado embrenhado numa teia de favores e direitos obscuros, corrupções e amizades de circunstância. A única maneira de mudar isto é despejar TODA a classe politica existente hoje em dia. Só assim, a retirada súbita de poder, não anunciada e não esperada, impossibilitadora de criação de estratégias que permitam a continuação de influências manipuladoras das figuras pertinentes no cenário da tomada de decisões. Ao mudar toda a gente, ao retirar-lhes toda a capacidade "pessoal" de decidir o que quer que seja, a sobrevivência "politica" destas tristes personagens remte-se à corrupção activa através das mais variadas formas: subornos monetários, entrada em negócios, prostitutas, imobiliário, etc. Tudo coisas portanto, relativamente fáceis de vigiar. Não o fazer seria motivo suficiente para justificar uma retirada à força do poder (pois a bem nunca sairiam, não se pode ter a inocencia estúpida de acreditar que as referidas tristes personagens nada fariam para perder o seu posto). Estas personagens, seriam, assim, facilmente controladas, mais não seja pelo medo (meio de controlo básico e basilar da humanidade desde a sua fundção, por assim dizer) de sofrer na pele represálias de motins irados; a morte sempre foi um incentivo espetacular.

Com o evento de um parlamento completamente novo, o resultado imediato era obvio: fantoches politicos. Poucos mais seriam. Afinal, vêm todos dos partidos, das suas jovens fileiras. Juventudes a, b ou c, todos a mesma coisa. E lá iamos bater no fundo de novo: a velha guarda iria estender o seu tentaculo, da forma possivel, agarrando toda esta camada jovem. Esta geração está, portanto, queimada. Vejamos: O poleiro agora está ocupado pela geração de Abril, crescidos politicamente no periodo das opurtunidades politicas, nos resticidios dos ideais politicos do pós-revolução. De um periodo onde a liberdade era tão confundida com libertinagem, com irresponsabilidade, com enfim, euforia do momento sem pensar no futuro. Estas duas gerações, a nossa  e a próxima, estão queimadas.

A esperança pertence aos adolescentes e crianças de agora. O que é preocupante, visto que a actual pôs já em marcha o comboio da estupidificação ao permitir um ensino semelhante ao programa "no child left behind" (que deu no que se sabe).

CAbe à geração a que pertenço, portanto, iniciar a mudança. Ser exemplo. Nada mais, pois nada mais podemos já conseguir, somos já todos demasiado merdosos para melhorar realmente o que quer que seja, fomos demasiado bem ensinados pelos que já lá estão.

Sunday, November 30, 2008

Olha

Assusta-me profundamente o facto de ninguém ter reagido energicamente contra as supostas ideias e afirmações que proferi no post anterior. O facto de que ninguém no seu intimo se sentir realmente incomodado revela que a sociedade está tão conformada com a suposta necessidade da violência como meio de controlo da insegurança, que faz pensar no quão próximos estamos do apoio incondicional ao próximo "libertador da pátria" à boa maneira fascista.

É necessário acima de tudo ser inteligente. A violência traz violência. Sempre assim foi, sempre assim será. Nunca em tempo algum, situação alguma, a violência por si só melhorará o que quer que seja. Não é cliché, é história.

Assusta-me tanto

Tuesday, November 25, 2008

olha olha!

Em tempos de Natal, tudo amigo, harmonioso, amoroso. Melhor altura não podia haver para as recentes manifs anti-ministra da educação (a sua atitude e competência não é agora motivo de critica ou desenvolvimento de qualquer ideia/pseudo-teoria), onde alunos e professores se unem para combater esse grande monstro!

No entanto, a minha memória (que por sinal até é bastante má) obriga-me a relembrar que há não muito tempo o monstro era outro (adorável a capacidade da nossa sociedade de nos entreter, mudando um monstro por outro, nunca nos deixando cair no tédio!): Alunos que aterrorizavam Professores. Isto é-me a mim profundamente estranho (familiar, mas estranho). Então o professor, figura de respeito, superior aos alunos na sua enorme sapiência e conhecimentos, deveria conseguir resolver a situação por si. Não acontece. Em parte por os "miúdos" hoje em dia já possuirem um rol de conhecimentos muito mais úteis à sua vida do que a tranguitanada ridicula que se ensina na "escola". O professor passa assim de exemplo a gajo chato que está lá a fazer-los perder vida. Mas isto é algo que é certo e relevante, de um modo que realmente importa, para aqueles alunos que não são estúpidos. PAra aqueles que até sabem, que até pensam, que até, vá, são mais que a rebeldia chico-esperta da idade. O gravoso é, a meu ver, aqueles que degradam o professor enquanto profissional e Pessoa, através da violencia, psicológica e verbal. É que os outros, mais coisa menos coisa, se der para o torto, só se prejudicam a eles. Já estes o caso muda de figura.

Os gangs, bairros degradados, etc, criam nestas camadas jovens delinquentes já mais que conscientes do que fazem, protegidos por uma lei que ainda julga que as crianças não mentem. Ora, crianças protegidas pela lei, criadas num mundo podre, liagdas a pessoas mais velhas que, basicamente, sao criminosas, só pode dar mau resultado. Como eu quando estiver mais decrépito e reler isto sei, e caso improvavel de alguém que nada mais tem que fazer que estar a ler isto sabe, o problema regra geral nasce com os pais. Os pais destas crianças sao, muitas vezes, a fonte do problema. Não a única, mas uma das principais.

Infelizmente, ejamos realistas, os pais já ninguém muda. Não dá, já não querem aprender/mudar/melhorar, tudo o que está errado é culpa dos outros. Portanto nos pais ninguém vai conseguir mexer. Restam os putos, que ainda dá para mudar.
Putos esses que têm a mania que não têm medo, que são maus, que têm poder, que têm "respeito", etc, mas que como todo o muno sabe (eles inclusivé) são cobardolas até ao seu mais infimo temor. A única razão pela qual metem medo aos colegas e professores é o simples facto de, em grupo, serem perigosos. Mais nada. As pessoas não temem "aquele" aluno em particular, com um podem eles bem. A questão prende-se com o facto de este não andar sozinho e não agir sozinho, ser demais para o professor.

A ideia é então esta. Os professores, frente à actual lei, e para sua própria sobrevivência, teriam de cometer uma pequena ilegalidade. Amigos todos temos, e com eles é que tudo acontece. Assim sendo, os professores teriam apenas de se associar e, de um modo anonimo e em grupo (por exemplo através do uso de uma qualquer farda que impossibilitasse a sua identificação), pura e simplesmente espancar estes putos que atentam contra a escola enquanto estabelecimento livre de troca de conhecimentos e experiencias. Mas espancar mesmo, não é dar festinhas, espancar no sentido de partir ossos e haver sangue. Muito sangue. Espancar no sentido de temerem pela vida, irem parar ao hospital, terem medo. Estes putos só percebem a mensagem através do medo, as outras alternativas já lhes foram dadas e eles esgotaram-nas. Assim, usando a sua própria intimidante táctica, teriam medo. Os professores não poderiam no entanto Ser identificados como professores mascarados para dar porrada. Esta força de intervenção social teria de ser conotada como um grupo de pessoas que apareciam para espancar o aluno quando este incidia no crime na escola. Como que o gang de amigos dos professores que entravam em cena quando estes presisavam de ajuda. Os alunos, ao perceberem que mesmo com os amigos de 23/30 anos a ajuda-los a espancar, roubar, furar peneus, e demais actividades de intimidação, seriam pequenos demais perante a escala de (são quantos, 120 000 professores?) uma massa tão grande que existe com o único intuto de os partir. Certamente é uma visão Cruel, Perigosa, Aterradora, Criminosa e etc, mas convenhamos, é menos que o que eles fazem, e fechar os olhos não é solução.

Adorava ver, com a critica e repudio que todos faremos/teremo quando lermos isto, a inclusão de uma alternativa melhor. :)

Thursday, November 20, 2008

Tu

Magoas-me tanto sem saber

Tuesday, November 18, 2008

Pessoas

Para mim, alguém que defende um liberalismo individualista, não é merecedor de grande consideração, pelo simples facto que denota uma falta de inteligência extraórdinária. Dou-lhe o tempo para se explicar e poder demonstrar que, de facto, é afinal algo melhor. Defenderei sempre o direito de todos se expressarem, mas isso não impede que dê pouca relevancia ao que me dizem. Não consigo perceber onde é que uma atitude generalizada de egoismo e frieza perante todos os outros participantes da vida pode ser algo positivo. De forma simples e sucinta: desde sempre o homem vingou pelo seu poder associativo. Sozinho nunca sobreviveu. A história humana é mais que justificativa disto. Este liberalismo, egoismo, individualidade, apenas pode ser possivel e benéfica para um individuo num contexto vasto e massivo de uma atitude diferente desta. Se todos forem assim, egoistas, estamos todos abandonados, como estamos hoje, amparados por outros consuante oportunismos momentaneos. Ora, não é presiso ser-se muito brilhante para compreender que este tipo de mundo, de sociedade, se auto-destroi. Mesmo. É um sistema morto à partida, é uma condenação. Não percebo como pode alguém ver positivismo na morte do ser humano. Temos o dever de compreender que presisamos todos uns dos outros, somos todos, TODOS parte do mesmo. É a única maneira de sobreviver.

Sunday, November 16, 2008

pensamento relampago

Melhor pior frase/dica: "provocas-me comichão na glande"

Welcome

Hello. I am André, I live in Setúbal, and grew up there. I'm not cool, neither a nice guy. I don't have any special ability and if you want to buy me, I'm cheap. I like stupid cartoons, alchool and ham. Sometimes girls are accepted to, but they can't start talkin' gibberish. Oh and I also make poo and pee. And bad art.

That's it, nice to meet you, now keep walkin'

Thursday, November 13, 2008

comédias

"sonhas muito alto André, sonhas sempre muito alto..."

qual é a lógica de não o fazer?! são sonhos não são? não é suposto serem realidades, é suposto serem desejos inconcretizavéis, objectivos de vida dificilmente atingiveis. E, visto que nunca atingimos o que queremos na totalidade, não é estúpido querer pouco? o resultado acabrá por ser invariavelmente miserável se assim for.

umbigo v3.0

não consigo ser normal. não consigo

Wednesday, November 12, 2008

Opções

Grandes Sigur Rós

Apesar de não se perceber uma palavra do que dizem, há neles algo superior à linguagem que permite a uma mente minimamente desenvolvida perceber que ali existe arte, transmite-se emoções e sentimentos de um modo mais profundo que a vulgar berraria das infantis crianças delirantes pela pop  mal amanhada ou raiva induzida por heavy metals mais agressivos: ali toca-se na alma, chega-se ao nosso interior. Sem se perceber. Esbate-se a necessidade de compreensão linguistica, atinge-se a mensagem pela sonoridade.

Após este pequeno delirio, reflectindo, acredito cada vez mais que é perferivel passar fome para se poder viver cultura do que andar enfardado mas grunho. Mais n seja por o nosso cerebro também comer.

Tuesday, November 11, 2008

Gaijas

Está na moda comer gajos feios, cromos e idiotas.

estou à espera bitches

Monday, November 10, 2008

ridiculo

sou de facto, um objecto de estudo (no minimo) interessante:

idade real de 22 anos
idade mental de 6
aparencia fisica de 19 (ou menos)
perspicacia dos 60
idiotices dos 40
teimosia de todos

Sunday, November 09, 2008

Humor Salva!

para quem não conhece, pesquise "furTV"

MERVIN RULZ

Thursday, November 06, 2008

...

Não sou Genial apenas quando quem não o considera não tem capacidade de compreender a grandeza do meu Ser. O tempo assim o provou

Tuesday, November 04, 2008

porquê?

Porque é que ninguém se lembra do Congo? ou de Darfur? ou da Somália? Etiopia? ou Guiné-Bissau? ou já agora, um qualquer país africano? ou, do outro lado do globo, Coreia do Norte? ou Laos? ou Vietnam? China rural? China industrial?

porquê?

Monday, November 03, 2008

Sim, Louco

Gosto de fitar os olhos dos condutores quando passo a pé numa passadeira. Á noite, quando a sua presença não mais é que um vulto negro, fito os farois, tristes substitutos. Dá-me prazer aquela pequena luta de vontades entre mim e o aleatório sujeito, na decisão por quem trava ou corre/pára; o combate entre o ser humano e a máquina, desigual e frio. Ahh, tão alegre a ilusão da coragem!

Thursday, October 23, 2008

23 de Outubro de 2008

Regozijem-se meus amigos esquerdistas, ai está á vista a morte suicida do capitalismo selvagem. Proletário, traga o champanhe.

Monday, October 20, 2008

same shit, over and over again

desilusõezecas desilusõezecas... life's a bitch, repeatedly.

Sunday, October 19, 2008

Vamos meninos e meninas, agora todos juntos!

Não me deixa de ser MUITO divertido o facto de a juventude contemporanea, ao seguir este pseudo-new lifestyle todo liberdades e independencias sentimentais e sexuais, não acabar depois por ser apenas uma grande grande bimbalhice. como prova:


Ruth Marlene - Coração sem dono

Eu sou e serei
coração coração sem dono
Eu sou e serei
coração coração sem dono
Nao me quero prender a ninguem
ainda é cedo para me entregar
quero viver o que a vida tem
um dia mais tarde se vera
quero o peito livre pra' voar
e a mente solta pra' curtir
o meu coração a palpitar
durante muitos anos sempre assim
Porque eu sou e serei
coração coração sem dono
Eu sou e serei
coração coração sem dono
E ninguem me pode prender
E ninguem me pode parar
por agora so quero ser
coração coração sem dono
livre pra' voar
Nao me quero prender a ninguem
ainda é cedo para me entregar
quero viver o que a vida tem
um dia mais tarde se vera
quero o peito livre pra' voar
e a mente solta pra' curtir
o meu coração a palpitar
durante muitos anos sempre assim
Porque eu sou e serei
coração coração sem dono
Eu sou e serei
coração coração sem dono
E ninguem me pode prender
E ninguem me pode parar
por agora so quero ser
coração coração sem dono
Eu sou e serei
coração coração sem dono
Eu sou e serei
coração coração sem dono
E ninguem me pode prender
E ninguem me pode parar
por agora so quero ser
coração coração sem dono
livre pra' voar

Defeito n.º 3256147

Sou e sempre serei o pior namorado/ amante/ engate/ whatever para qualquer mulher que seja, por uma e única razão: não minto.

Sunday, October 12, 2008

Manias

Não peço nada, apenas exijo que me conquistem pela capacidade de diferença

Wednesday, October 08, 2008

"o homem nasce naturalmente bom, a sociedade é que o degenera"

Que afirmação estúpida. Estúpida e idiota. O Homem não nasce nada. O Homem não é nada. O Homem é um bicho. Vem ao mundo estúpido e cego, agindo apenas por instinto. O Homem nada mais é que um livro em branco por onde os outros homens anteriores a si vão escrevendo, quer queiram ou não, conseguindo-o com mais ou menos sucesso. O Homem quando nasce não é bom nem mau, tais conceitos são-lhe simplesmente alheios, desconhecidos, incógnitos. A própria socialização é incógnita, algo que vamos, como qualquer animal, aprendendo através da tentativa e erro. A cultura humana vai-se criando e conseguindo através da soma do que já se conhece e sua ligeira alteração, brotando assim das brumas da consciencia o novo. Não há originalidade, apenas criatividade.

No entanto, e apesar da minha incapaz capacidade de percepção de que tudo isto é verdade, tão absoluta como qualquer dogma religioso quinhentista, questiono-me:

Como passámos nós da tabula rasa, do zero absoluto cultural, do macaco inconsciente, para o bicho vazio capaz de copiar a natureza e a partir daí criar um legado intelectual?

Monday, October 06, 2008

Modernices

"Sabes, na verdade não passo de um sacana. Isso mesmo, um sacana. Tão melhor que um qualquer chico-esperto que sempre julga safar-se aos erros premeditados que comete. Nada mais que isso, que essa vulgaridade, que essa mesquinhez humana que em todo o lado encontras. Não, não sou diferente. Não, não sou especial. Sou simplesmente um pouco mais esperto que tu. Não inteligente, porque isso comporta uma capacidade intelectual que não possuo. Mas tu sabes. Sempre soubes-te. Na verdade nunca te enganei, nunca passou de um jogo hipocrita entre tu e eu. Sempre soubes-te que te enganava, que te usava, que te humilhava, tu gostas. Gostam todas. Também tu não passas de mais uma. Vulgar e reles como todas. Sim, enojas-me. Tanto como eu a mim próprio. Não; minto. Sabes que no fundo, debaixo das várias máscaras e camadas de personalidades inventadas para a imediata ocasião que criei e crio, eu simplesmente venero-me. Agrada-me a minha filha da putice. Sou mau.

Sou mau.

Contenho em mim tudo o que sempre te disse odiar no ser humano. Sabes bem a besta que sou. Toda o cinismo, falsidade, tudo em mim que me é caractristico sem ninguém saber mete nojo. Sou, sucintamente, Asqueroso. Sendo agora honesto, tu sabes que é isso que te agarra a mim: a ilusão de que me mudas. Não consegues. Não vale a pena, e, de novo, tu sabes isso. É presisamente essa impossibilidade que te atria, queres ser mais que o resto, teres a capacidade de alterar a natureza humana. Não. Desiste. Nunca. Percebes?

Divirto-me demasiado, comparando cm os meus comtemporaneos, com o sofrimento alheio. O desespero alicia-me, há algo mais belo que o olhar vazio de quem já nada espera? o que esse mesmo olhar comporta? o quão fundo a alma humana caiu para atingir esse ponto sem retorno, onde a única coisa que os impede de cometer o suicidio é ou a impossibilidade de o fazer ou a própria cobardia? Quão divertido é não parares de sofrer por cobardia. Há maior entertenimento que uma expressão de dor? uma cara e corpo contorcido no auge da tortura, há algo mais expressivo, mais autêntico, mais real?.

Sim sou louco. Também já o sabias. É por isso que choras, compreendes agora que roças o divino ao conseguires com perspicácia perceber o que eu era. Desde sempre. A ilusão minha querida, a ilusão com que te banhas-te para também tu não enloqueceres. O teu desalento quando não conseguias compreender as minhas argumentações divagadas sem nexo nem sentido. És ridicula. Enojas-me. Não te cuspo em cima porque nem isso mereces. Nada. A tua lealdade cega, inclusivé quando me trais, mata qualquer compaixão por ti. Não mereces nada senão nojo. Sim, odeia-me. Afasta-me, Despreza-me, não te quero, não te nada.

Desiludo-te? que mais não foste tu senão uma desilusão? Eu não o sou, nunca o serei, porque Eu sou magnifico através da minha cruel maldade. Tão perfeito nessa retorcida e macabra maldade que dela só posso sentir orgulho. Tu? nada.

Mas minto. Sempre menti. Tudo é mentira"

Saturday, September 27, 2008

Secalhar não...

Programa da Oprah, uma mulher gorda que se achava gorda e tinha a auto-estima destruida. Depois de todo o bla bla bla metem uma imagem da senhora em roupa interior num predio da baixa de Chicago e vão perguntando as pessoas que passam (?) o que acham da mulher. Inacreditavelmente, toda a gente a acha linda, sensual, etc etc etc. A senhora chora comovida por "afinal sou eu k tenho opinião contraria ao mundo, afinal sou bonita!".

Não. Não é.

Por muito boa que seja a intenção, não é correcto enganar as pessoas para que estas se sintam bem. Ela é gorda, sente-se mal em ser gorda, só tem é de emagrecer. e ponto final. não há cá atalhos ou milagres. É óbvio que as pessoas entrevistadas das duas uma: ou eram pagas pelo programa, ou a saberem que estavam no programa diziam maravilhas da senhora. É impossivel que ninguém tenha dito uma única coisa de mal. uma. é impossivel. Fora o facto de a mulher ser tudo menos bonita, sensual, e sofisticada. Era pura e simplesmente gorda, feia, com celulite a mais (ao ponto do nojo) e abandalhada. Isto não quer dizer que ninguém vá gostar de gordas. Quem diz gordas diz magricelas, altos baixos, feios bonitos, la la la o resto da música; ninguém é perfeito e as pessoas gostam por algo mais que o fisico (ou pelo menos quero acreditar nisso). Simplesmente considero desprezivel mentir-se para se agradar a alguém, ainda para mais quando com isso se faz a outra passar por estúpido e idiota.

Sunday, September 21, 2008

cagalhotos

Um homem engatatão é aquele que usa frases feitas e, devido a não ser fisicamente desprezivel, as faz soar agradavelmente apraziveis.

Uma mulher engatatona, abre as pernas. pronto, por vezes precedido de um qualquer dialogo foleiro.

rápido rapidinho

Entristece-me profundamente o facto de quando ofendo um qualquer desconhecido a ofensa que lhe dirigo ser provavelmente verdade em cerca de... 75%/ 80% ?

Wednesday, September 10, 2008

André André, quem te manda sentir

Tuesday, September 09, 2008

a quem servir o barrete

Após um sorriso honesto mas maldoso, próprio ed quem se prepara para dar uma chapada psicológica em alguém e com isso sentir prazer, ele larga: "Eu vou-te ser inacreditavelmente honesto, e tu provavelmente vais ficar ofendidissima, e naturalmente não mais me falarás. Vais falar mal de mim a toda a gente, vais tentar humilhar-me, reduzir a opinião do resto do mundo sobre mim a algo completamente insignificante, mas eu não quero saber; não me perdoo a mim mesmo não ser verdadeiro no que digo: Tu és uma órdinaria. Uma vadia. não mais que uma qualquer puta, com a diferença que essas ganahm algo em troca com isso. E o que faz de ti alguém nojento não é isso, pois seres assim é teu direito, e isso nem eu nem niguém pode censurar. O que te torna a merda que és é o facto de seres uma ordinaria hipocrita. É ao quereres acreditar e fazer os outros acreditar que te sentes mal com a falta de dignidade que carregas que matas a possibilidade de seres credivel. No fundo não és má pessoa, percebo que sejas até alguém bastante... boa. Mas não deixas de ser ordinaria, com tudo o que de mau isso carrega. tu, basicamente, não serves para mais que usar e humilhar

Festivais, Vindimas, Arraiais, Galas...

O alcool começa a simplesmente não valer a pena :\.

Friday, August 29, 2008

Filhas da Putice

Há algo que me enoja e enerva profundamente: Aqueles programas da julinha e do goucha e da fátinha. É-me revoltante a maneira porca como exploram as desgraças e misérias alheias para agarrar à tv velhinhas e gente fraca conseguindo assim razoáveis retornos financeiros resultantes de audiências. Desde a criancinha que tem cancro e a vida a acabar à velhota que leva porrada do filho drogado, tudo serve para fazer sessões melodramáticas cheias de lágrima e "sentimento". Dizem-me, e com toda a razão, que ao menos assim aquelas pessoas são ajudadas. Têm a oportunidade de alguém olhar para elas. Que a TV assim os ajuda.

Alguém que quer ajudar ajuda por isso mesmo, quer ajudar. Evita protagonismo e fanfarronices, não deseja expor a caridade. Que é o inverso daquela realidade. Se o esejo fosse ajudar poderiam muito bem expor aquelas pessoas de um modo menos pastilha elastica e de igual modo ajuda-las. Podiam inclusive realmente ajuda-las, e n po-las na montra para os telespectadores mandarem a esmola quando choram.

Pior só espetaculos em que se "vendem" motvos de caridades (aka misérias humanas desesperadas por uma mão que as levante do chão). Esta atitude creio ser tão vergonhosa que... nem sei, ultrapassa-me o sentimento de nojo.

Saturday, August 23, 2008

Dúvidas existenciais

Vivemos em tempo de crise, tão disinto e igual a todos os outros que a humanidade já passou e sobreviveu. As perspectivas de melhorar, tal como o futuro sombrio tantas vezes antes, são infelizmente diminutas. Preve-se um incrivel decréscimo das condições de vida, da capacidade financeira dos cidadãos do mundo, fome, seca, crises de combustiveis, ar poluido, exposição exagerada a raios solares e radiação, um ou outro chernobyl pelo caminho, devastação ambiental e consequente aquecimento global com as suas imparáveis cheias e vagas de calor. Uma desgraça portanto. As pessoas vão, assim, progressivamente, cada vez viver pior. E cada vez terão menos economias para se sustentar. Isto da perspectiva da minha classe profissional é, tristemente, interessante. Pelo menos do modo que eu vejo: Fará sentido continuar a construir como se sempre construiu? Sobreviver evitando fazer aquilo que devia ser constante na personagem social e educativa que é o arquitecto, que é pensar, repensar e solucionar o mundo? Será sequer moralmente aceitável que um Arquitecto continue a vender projectos da casinha com telha (atenção, que nada tenho contra a telha, tenho sim contra a atitude geral de quem recorre a um desenho gasto e ineficiente ao qual a telha etá naturalmente associado!) já mais e mais que desenhado, mudando apenas a sua implantação no terreno e sem ter qualquer preocupação demais? Pode-se sequer considerar licito vender um control+copy?! Não me parece que ao Homem de consciência isso seja sequer uma opção válida, apenas o seria em caso de declarada necessidade imposta por terceiros (o arquitecto é, afinal de contas, apenas humano: também necessita da actividade chamada alimentação).

Cabe-nos a nós, creio, projectar o futuro. Prever as necessidades de quem vai ter de sobreviver num ambiente hostil como o será certamente o mundo que está para chegar. Não me parece assim muito inteligente continuar a fazer apenas 4 paredes para que os seus habitantes enchem com trabalha e mobilia que nem condiz com a habitação nem dialoga com a restante pilha de fuel para fogueira a que chamam mobilia.

A solução passa creio eu pela educação das pessoas e exigencia que temos uns dos outros. Mas isto é algo tão imediato como a chegada dos cavaleiros do apocalipse, a sua concretização revela-se de uma infeliz utopia. Assim, a solução tem de passar por outro lado. Para que as pessoas não estoirem fortunas com mobilia que no fim lhes vai criar um ambiente desiquilibrado em casa, embebe-se a casa com a mobilia. Quem compra a casa, compra ja a mobilia. Mas não mobilia num sentido geral. Não mobilia que se vai a uma loja e empilha-se contra uma parede. a parede está lá e pode e deve ser tão importante para a casa cm o é a mobilia. A parede é afnal de ocntas, aquilo que o arquitecto projecta, ela sim define o espaço habitado, não o bocado de madeira onde depois se empilha livros e revistas cor-de-rosa. O arquitecto tem o dever de procurar novos modos de viver quando a actualidade assim o exige, como creio ser o caso dos dias de hoje, tal como Fourier teorizou e Godin (felizmente) conseguiu concretizar, e cuja influencia dura até hoje, hoje temos o dever de também reinventar isto como eles mesmo fizeram. A casa hoje não é mais o que era, não mais "vivemos" em casa. Comemos, dormimos, fazemos sexo, volta e meia lemos/vemos tv, uma pequena festa intima, pouco mais. Não se passa um dia em casa. A casa é hoje, mais que outra coisa, um quarto de hotel onde se pode cozinhar. As exigencias da vida profissional e social, da falta de conhecimentos e impraticabilidade de muito tempo a cozinhar devido a falta de tempo, do stress constante e da vida em movimento que cada vez mais vai ser o dia-a-dia do cidadão comum assim a transformaram. Não faz por isso sentido, creio eu, que não se olhe para a casa de um modo racional: um espaço onde se dorme e faz sexo, procede á higiene e, ás vezes, se cozinha. Necessária é também os espaços de arrumação, pois a sociedade consumista, apesar de cd vez menor devido à fragilidade financeira, vai subsistir. A casa é, portanto, pouco mais que isso: uma area social a partir da qual as dependencias do ser humano são atingiveis com a rápida proximidade de um toque numa parede, nela está tudo integrado. Á primeira vista a ideia de criar habitações sem espaço para moveis pode parecer um pouco.. exagerada. Idiota até. Talvez. Mas não o será também gastar fortunas nessa mesma mobilia para depois criar um conjunto que não satisfaz? ou se o fizer, gastar ainda assim fortunas? quando o capital necessita ser investido em prioridades maiores? ou não será pura e simplesmente esta necessidade de encher com moveis algo criado pela industria para que possa sobreviver? será realmente uma necessidade humana atafulhar tudo com coisas tão pessoais como o são peças de design fabricadas aos milhares de milhões?

A solução, parece-me de momento, passa por essa visão integrada das necessidades humanas num (ns) espaços que sejam, de facto, arquitectura, pois esta serve as pessoas e não o arquitecto.

Wednesday, August 13, 2008

Umbigo v4.0u

Para azar do crlh sou o filha da puta mais selecto que conheço, da comida ás miudas, da roupa ao estilo de vida. Não tenho no entanto a presença necessária que me permita triunfar gloriosamente com esta atitude, o que convenhamos, para mim, isto é mau. Ah, e sou um gajo com azar.

Friday, August 01, 2008

Epa...

"O que me preocupa é uma crescente, natural e progressiva consciencialização cultural de toda uma geração de adolescentes que apesar de tudo, não a concretiza na realidade. Aprendem e tomam contacto com uma serie de conhecimentos que depois ignoram por completo: têm mais que necessário para serem seres vivos honestos, verdadeiros, pensantes, quase originais, e no entnato, por simples fraqueza psicologica ou emocional, permitem a si próprios não ser mais que uma percentagem insignificante da massa estupida de um grupo etário.
Ignorância é felicidade, e quando são superficiais por ignorancia, enfim, é triste e ridiculo mas a critica não pode ir muito mais além, porque as próprias pessoas pouco se apercebem do que são. No entanto quando o percebem, quando sabem que o são, e são-no por gosto e opção.... porquê? quer dizer, que atitude pode ter uma pessoa minimamente inteligente para com esta gente senão... gozar a situação, humilha-las e enfim, usá-las? É que não vislumbro resposta..."

Monday, July 21, 2008

Gaijas

Porque é que têm de ser tão ordinárias?! juro que gostava de, nem que fosse por momentos, compreender porque é que têm de ser tão ordinárias!

Thursday, July 03, 2008

n faço ideia nao me aptece entitular nada

Libertaram-na, finalmente, felicidade. Não quero com o meu desanimo ser idioticamente insensivel ao maravilhoso recente acontecimento columbiano, mas convenhamos: o presidente e um pau mandado de carteis de droga. As FARC, best friend de carteis de droga. EUA, que prestaram o tao necessario apoio logistico, semeia plantaçoes e traficantes pelo estrangeiro como forma de financiamento de grupos rebeldes que enfraquecem governos. Festeja-se a liberdade de meia duzia de pessoas (e bem, partilho a alegria) mas ignora-se situaçao igual, mais perigosa e sofrida de milhares de milhoes noutros pontos do globo, de África à Ásia. Quer dizer, este mundo tá tão podre, tão deficitário de bom senso, de igualdade, de justiça, tão cada vez mais retrogada (no sentido de poder autoritario absolutista tipico das monarquias medievais adaptado aos tempos modernos), que é um bocado "cegueira" tanta alegria e mediatismo mundial esta libertação. Explico-me: concordo que deva haver a "quantidade" de noticias que há, "publicidade" e tempo de antena. Mas para haver isto "aqui", TEM de haver muito mais para tantas outras coisas de que o cidadão comum nem conhecimento tem.

e daí, provavelmente estou só a ser idiota.

Sunday, June 22, 2008

politiquices

Neste pais dois partidos governam á vez: PS e PSD. Não há, para o melhor e para o pior, grandes flutuações de poder. Neste presiso momento, governa o PS, próximas eleições, previsivelmente, a alternativa é a recém eleita Ferreira Leite. Vamos pensar: o pais tá uma merda, blá blá blá, a gasolina/gasoleo tá caro (mas sejamos honestos, tá caro em todo o lado, e não é coisa que mude consoante o gajo que tiver no poleiro), a vida está isto está aquilo. Viva, uma salvadora da pátria, uma senhora com um ar duro, respeitável, autoritário, etc. Agora, vejamos além das aparencias. Fez parte do mais desastroso governo da história recente de portugal, afundou as finanças do país com a historia do "pais está de tanga", venderam património de estado como se não houvesse amanhã (alguém me diga onde é que isto é uma medida consciente e inteligente pensando a longo prazo), o próprio primeiro ministro abandonou o cargo e fugiu com o rabo à seringa com a opurtunidade de ir para o parlamento europeu, substituiram-no pelo maior playboy e menos credivel personagem do partido, para variar iniciaram uma nova vaga de desemprego em massas e benecesses á grandiosa classe empresarial portuguesa (que pondo de parte os bons e os maus, devemos ter a classe empresarial mais estupida da europa (n digo mundo porque há sempre alguém mais estupido)), durante a campanha a lider de partido, em entrevista, não foi capaz de se prenunciar nem tomar posição sobre UM ÚNICO PONTO da vida portuguesa. Ainda não tinha um cargo de importância e JÁ era uma COBARDOLAS. é isto que queremos para governar o país? é que, independentemente das politicas de direita de Socrates, ele é simplesmente o mal menor.

Sunday, June 15, 2008

Umbigo v3.0

acho que aquilo que mais me chateia/entusiasma em mim, é o simples facto de a opinião de terceiros não me interessar absolutamente para nada. o que, enfim, é mau. Era tão mais fácil ser super pop limão

Monday, June 02, 2008

O inicio do fim

As pessoas não sabem o que fazer. Sentem-se perdidas e abandonadas por uma necessidade irreal que as obriga a um consumismo escravo das corporações. Não, não é conversa anarca, comuna, religiosa ou outra coisa qualquer. É o que acontece e, com alguma sorte, não tardará muito a ter frutos. Pelo menos, no sentido de me satisfazer a curiosidade de como é que este mundo será diferente de o actual. A internet, a par de uma evolutiva culturização da massa critica do povo classe média e pobre (excepto os paupérrimos que no lixo vivem, do lixo nasceram, e no lixo morrerão. Infelizmente), provocou uma tomada de consciencia da falsidade de argumentos dos Governos que num esquema neo-liberal atentam contra quem devem proteger, e salvaguardam os interesses dos lobbys e corporações. A corrupção tipicamente africana chega cada vez mais ao mundo ocidental, alimentando a podridão crescente dos vazios humanos que têm cheiros de poder. Até aqui, nada de novo. Desde sempre existiram monstros autoritários, controladores, oportunistas, etc. E desde sempre, existiram outrs poderes menores ansiosos de serem os poderes maiores. E desde sempre também, existiram revoluções. Mostras públicas de extremo desagrado, concentrados na solução final: depor quem oprime, inclusivé com a perca da propria vida, na esperança vaga de uma situação melhor. Tem sido assim ao longo da história humana, será assim sempre. Faz parte do Homem querer subjugar e não permitir ser subjugado. Espero que as pessoas cada vez mais se capacitem de que a liberdade que lhes é "vendida" enquanto modo actual de vida, não passa de uma ilusão. Literalmente. E não falo da defesa de uma idiotica libertinagem louca mascarada de livre arbitrio (á lá pós 25 de abril de 74, que os nossos mais antigos contemporâneos recordam com tanto prazer, não querendo ver também os erros brutais que foram cometidos na altura.), falo da liberdade de fazer algo que não magoa niguém, não prejudica niguém. A liberdade que por alguma razão vaga pode trazer uma menor margem de lucro a um interesse obscuramente ligado à força governante e que por isso tem de ser imperativamente impedida é aquela que nos é vedada. ISto, em certas doses é possivel, passa despercebido, ninguém se chateia, até impedir e sufucar por completo a vida dos cidadãos comuns. Aqui, ciclicamente, Cabeças rolam e simbolos de poder são destruidos, lugares são ocupados e história é reescrita. Faz parte de nós. O curioso é, ao ver a nossa sociedade e as sociedades em que isto aconteceu, a semelhança ser perigosamente grande; provavelmente vou ver o dealbar de uma guerra civil, criada declaradamente por interesses monetarios, de poder e monopolios de todo o tipo. Provavelmente vou ver, ainda, o esmagar da liberdade, ver o fim do ser humano enquanto espécie pensadora e evolutiva. Provavelmente vou assistir ao inicio do fim :D

Friday, May 30, 2008

coisas da vida

A república Falhou. Criou-se um sistema que apesar de completamente ineficaz enquanto entidade protectora e reguladora da sociedade, ctratou de conseguir fazer um muito bom trabalho ao proteger-se a si própria da sua extinção. É impossivel, actualmente, melhorar o mundo. Tudo está montado para ficar na mesma ou, melhor!, piorar para as massas. Revoltante é o facto de à excepção da opção da mudança completa de todo o corpo político por sangue novo e inexperiente (caso contrário a velha guarda seria sempre dominante e controladora dos impulsos avant-garde dos partidos), não se conseguir avançar com nada que realmente melhore de verdade o que quer que seja. A única opção viável seria assim, um golpe de estado, no verdadeiro sentido da palavra. Uma mudança repentina de Governo, mas principalmente, de tipo de governação, já que o modelo neo-liberal que na américa dá os últimos sopros enquanto Fachada da liberdade ( ?) começa agora por portugal a criar as suas raizes (como sempre, andamos uns 50 anos de atraso em relação ao resto do mundo). A deposição completa da ridicula asssembleia parlamentar, infantil, irresponsavel, hipócrita (como sempre será em politica) e sacana por uma outra qualquer que infelizmente nao vislumbro qual. Mas seja qual for, falhará também. A ganância e opurtunismo humano, o individualismo que sempre sobressairá em vez do bem comunitário, infectará SEMPRE qualquer progresso real humano. A nossa estúpidez, acima da nossa inteligencia (há que admitir, há esquemas que meu deus, são verdadeiramente geniais!), mata a nossa evolução.

Thursday, May 22, 2008

religion

talked to God on the phone, asked for help. He told me: "c'mon kid, gimme a break, go fuck your self!"

Tuesday, May 20, 2008

Se Deus quiser hei-de morrer de arma na mão feito guerrilheiro armado em soldado da fortuna lutando por uma qualquer causa que acredite no momento. Viva a decâdencia americana que a cada dia que passa aproxima a hora da minha morte na luta pela Liberdade.

Monday, May 19, 2008

relógio

Hoje aptecia-me que o tempo fosse infinito para criar até não ter forças. Goddamn time constrains

woupi

aptece-me escrever sobre tanta coisa, pensar sobre isto e aquilo, divagar sobre x e y, mil á hora confusão de ideias tudo ao mesmo tempo sem tempo para percebe-las todas apontamentos fugazes de momentos, cenas e wuouh puta de loucura!

não sei sinto-me bem.
19/05/08

Tuesday, April 29, 2008

GTA4

cada vez mais me assusto com a galopante estúpidez de alguns jornalistas portugueses. Inquieta-me que 90% das noticias dadas sobre algum assunto que conheço sejam:

a) erradas
b) parciais
c) provas de falta de investigação e conhecimento de causa sobre o assunto
d) idiotas?!
e) sensacionalistas

A questão nem é como é que estas pessoas são jornalistas; bons profissionais e maus profissionais sempre houveram e sempre haverão, a pergunta creio ser mais "Como é que alguém papa esta batulada de merda que lhes é vendida ás colheradas..."

Wednesday, April 16, 2008

Fútil

As bonitas não querem menos que os bonitos. As feias contentam-se com os feios. As bonitas sonham um pouco de honestidade, as feias querem os filmes. As bonitas mostram-se e vendem a sua imagem, as feias escondem-na e sentem-se humilhadas por ela. Elas são como eles. O homem é um animal extraordinário.

Saturday, April 12, 2008

Power to the people :D

A democracia assenta na vontade do povo para guiar as suas vontades e desejos, respondendo positivamente á vontade da maioria. Deste modo, e perante as demonstrações do Estado (que somos nós, o povo) o futuro dos paises é guiado. Do mundo ocidental, pelo menos.

Porque não respondem os governos á vontade dos seus povos então? porque decidem os governos, de uma forma alienada de quem os escolhe, os destinos de outros? porque têm os governos de esconder de quem a tudo têm de explicar os pilares da sua actuação?

Desde a participação numa guerra, à falta de resposta a crises estrangeiras em que o povo demonstra querer tomar posições e acções, porque razão chegamos nós a ter governos? Quando algo deixa de satisfazer aquilo para o qual é comcebido, das duas uma: ou se remodela, ou se substitui.

Não querendo justificar a utopia anarquista, questiono-me simplesmente no quão longe permitimos que uns quantos xico-espertos controlem tudo. A inércia de muitos permite a sua auto-destruição, pura e simples. Como é que?!..

Friday, April 11, 2008

Revival is good

A cultura americana devia, decididamente, olhar para si e seu passado e aprender. A história faz-nos sempre bem

Creedence Clearwater Revival - Fortunate Son. 1969


Saturday, April 05, 2008

A Hora (até qué um titulo drmático não?)

Na hora da minha morte, após o enterro, o meu desejo é que se toque a Lamento de Nelson Riddle & Orchestra e brindem.

Thursday, April 03, 2008

Campeonatos

E Eduardo Cabrita cada vez mais isolado na liderança da liga Besta doAno, com uma performance invejavel no ultimo derbi "ele contra seu filho 1"! Eduardo admite certo de si que um carro tem mais importancia que a integridade fisica do seu filho 1 enquanto grita em casa (onde alguem dorme por ter passado uma noite inteira a trabalhar) palavrões e palavras de puro aborrecimento e revolta (contra o que só ele sabe, mas sabe-o bem pelo modo convicto com que se expressa! ) contra um desempenho bem mais mediano do seu filho 1 que argumenta calmamente e com argumentos razoaveis o facto de a sua integridade fisica ser mais importante. O escandalo nasce quando o filho 1, após ter avisado 2 dias antes que iria necessitar do carro para concretizar um trabalho para a faculdade, baseado no qual irá receber a nota dessa cadeira, pede chaves e documentos. Explode a raiva contra este idiota, pois Eduardo queria ir a algum sitio (desconhecido) com extrema importancia (deduzo eu. talvez. provavelmente nao).

1 - 0 ganhou o filho 1, por enquanto.


Autodenomina-se isto de pai.

Tuesday, April 01, 2008

quem diria

o mundo tem uma maneira bem cruel de ser irónico

Saturday, March 29, 2008

yeah, i do love myself

UM CABRITA POR DIA NÃO SABE O BEM QUE LHE FAZIA!

a Morte

Há quem diga que o suicidio é cobardia.

Cobardia? Cobardia é uma pessoa não se matar por ter medo da morte. Como se pudesse fugir ao inevitável, ou como se fose um individuo muito especial e necessário ao mundo.

Não é nem cobardia nem coragem. Não é nada. é nada mais que uma opção que uma pessoa ou faz, ou não faz, cada um tem os seus motivos para viver ou morrer.

Thursday, March 27, 2008

pois ééé

não se já o escrevi, mas adoro esta minha frase:

"Elas não são umas putas. Apaixonam-se é muito facilmente... "

x)

Monday, March 24, 2008

Um Pai

em entrevista sobre o memoravel concerto dos Tokio Hotel em portugal, um Pai digno de ostentar essa denominação disse:

A minha filha... telefonou-me a dizer para a vir cá buscar, que o concerto tinha sido cancelado ou k era.. mal me entrou levou logo duas chapadas pa cara qué pa não ser parva. E não andar pái feita histérica como as outras.

Sunday, March 23, 2008

?

eu decididamente nao me compreendo

Friday, March 21, 2008

curioso

é presiso ver que os autores foram apanhados e processados em multa e horas de trabalho comunitario... acho que sim, faz sentido.. NOT

http://www.youtube.com/watch?v=x8qcrhBUMFQ

Friday, March 14, 2008

FURIOUS IS ALIVE!

HE FOUND FURIOUS!

http://www.youtube.com/watch?v=IirmETYJOw0

Wednesday, March 12, 2008

MuLaNgAdAh

Independentemente de as pessoas serem boas ou más, de se identificarem ou não com a personagem que representam, existe toda uma"elite" "iluminada" sobre a "juventude" chamada "povo dos morangos". Jovens que têm um pequeno contacto com a fama e logo se julgam os maiores odo mundo, putrefactos com um ego maior que as suas ambições e uma arrogância cinica. (até que ponto isto é completamente vdd, sinceramente, pouco me importa). Não resisto por isso à tentação de se me aparecesse a frente uma certa actriz da corrente série chamar-lhe "EEEEEHHHH MAMIIIIIINHAAS!" ou "EEEHHHH RABIIIINHOOS!". A irónia era, claro, a palavra de ordem.

Monday, March 10, 2008

umbigo v2.0

tinha musculos e imortalidade e era Deus.


(mas que ego arrogante)

Thursday, February 28, 2008

Família

O papel da família tem tido um papel engraçado: de extraordinariamente importante, a completamente insignificante. Desde as o sistema de castas e herditariarismos para o simples camponês ou operário que tinha filhos tipo fábrica com linha de montagem e fabricação em série, úteis para trabalhar. O papel da família, em termos emocionais, parece-me a mim que cada vez vai tendo menos valor. Á excepção de serem transmitidos valores, parece que a relação pai - filho baseia-se numa atitude parasita do filho, aproveitando-se do amor (ou obrigação social) dos pais para sobreviver e ter os seus luxos e vontades satisfeitas sem o mínimo trabalho. Cada vez mais os filhos vão tendo uma atitude de desrespeito para com os seus progenitores, talvez também por estes pouco terem a ensinar e basicamente, não serem grande exemplo para os filhos. Vive-se uma fome de riqueza e fama, toda a gente quer ser “alguém”, evitando realizar-se de que ser famoso e rico não é por si só garantia de ser alguém (enfim, talvez o seja neste mundo podre em que vivemos). Os pais vão sendo antiquados, não se conseguem adaptar a uma sociedade em rápida evolução. Uma cada vez melhor adaptação a este ritmo frenético tenha talvez sido possível nos países porta-estandartes da evolução humana a partir de meados dos anos 60, apesar de as mudanças serem tantas que nunca as novas gerações confrontaram a evolução de modo tão errado como nessa altura. O dealbar de uma sexualidade livre e sem preconceitos foi morta à nascença por uma mentalidade de excessos e não existência de controlos ou regras que sempre fazem necessidade á organização humana, e nós, geração em que me incluo, vivo a consequência dessa geração exagerada. Em Portugal, especificamente, o pós-revolução de Abril, ocorrida num pais profundamente atrasado em relação a todo o mundo civilizado, foi especialmente grave, criando toda uma aura de actuais pais que têm opinião sobre tudo e que se julgam, não o admitindo, no direito de ter razão por ter uma opinião, vivendo ainda em muitos casos uma sensação de “sou livre faço o que quero”. Muitos pais não conseguem aguentar o facto de o mundo pura e simplesmente ser imperfeito e por isso ser massacrado por uma eterna injustiça, nunca tudo será igual para todos, nem nunca todos teremos o mesmo. E muitos filhos crescem e aprendem dentro de essa noção de liberdade que mais tarde os “obriga” a atropelar a liberdade de outros, de modo a poderem ser “livres”. Apesar de toda esta á vontade avant-garde de se viver e errar, existe também o outro lado, um “mundo” completamente conservador, que procura nos costumes passados uma rede de trapezista para ter certas atitudes e certas justificadas, ideias e manias que por muito erradas que sejam, por serem já antigas e praticadas são “certas”. Vivemos todos assim, basicamente, num limbo, em que queremos ser muito pá frentex e modernos e contemporâneos, mas volta e meia, confrontados com a necessidade de sermos realmente fortes, corajosos, tomar decisões que mudem o mundo e tenham consequências, acobardamo-nos e refugiamo-nos na sacanice do passado. Este tipo de valores, esta luta contra este tipo de medianismo intelectual e humano que hoje é epidémico, considero ser o principal motivo de ser de ma família. Porque passada a infância de uma criança, toda aquele rede social da família passa a ser pequena demais. Facto disso é de os ricos terem os seus connects,e os pobres os gangs. Não passa tudo do mesmo, um grupinho de filhas da puta que limpam a merda uns dos outros quando se fode alguém ou algo. E é este tipo de valores que hoje infelizmente, directa ou indirectamente, as famílias acabam por passar ás suas descendências. É também esta filha da putice generalizada que a sociedade ensina, pois infelizmente (pelo menos me Portugal) quem é aldrabão é que se safa. Devido á família também cada vez ter menos peso, as pessoas vão sendo cada vez piores, digo eu... talvez. Por outro lado, o romper com a “escravidão” de vontades perante os pais é talvez o derradeiro momento de coragem na vida de uma pessoa, o primeiro pelo menos, o que define a sua mudança de puto maricas a homem responsável pelos seus actos. (este romper não é ir contra a vontade dos pais sem conhecimentos disso, mas sim admiti-lo e sofrer as consequências dos seus actos). Vivemos agora um momento derradeiro da evolução humana: temos todas as possibilidades do mundo de pela primeira vez, em massa, realizar o que foi brutalmente atingido durante o renascimento e o iluminismo. Cabe-nos a nós realizar o Homem.

umbigo

Por muito que me esforço para ser o melhor ser humano que consiga, tenho de admitir que provavelmente, sou uma pessoa bem complicada de aturar. Não tolero estupides, faltas de respeito, manias, sacanices, incapacidades de se ser um ser humano digno desse nome e lutar pelo que deseja. Não me compreendo a mim mesmo, em demasiadas situações, não ajo do modo que muitas vezes quero, contrario-me amim próprio. Penso profundamente em fazer algo, eforço-me para que essa atitude prevaleça, e, no fim, nao me permito que os impulsos que desejo libertar se realizem. Não evoluio como quero, não apredo ao ritmo que desejo, não Sei o suficiente para ser a pessoa que me admiraria a mim próprio de ser. Não sou ainda, o exemplo para o mundo que tenho imperativamente de conseguir antes da morte. Revolta-me Eu.

Wednesday, February 27, 2008

fodace

eu de facto não me compreendo. Mesmo

Friday, February 15, 2008

Teste Intelectual

Qual das alineas é sinónimo de persevejo da sociedade:

a) D'ZRT

b) 4 Taste

c) Just Girls

d) Um qualquer artista com cultura musical e um gosto minimamente apurado e eclético, que percepcione a música nas suas variadas variantes.


Se respondeu a), então o leitor é um doente mental.
Se respondeu b), então o bicho que respondeu deverá encaminhar-se para um local de abate.
Se respondeu c), então a criança deverá crescer mais uns anos, afastado da sociedade, devido à sua incapacidade de sobreviver nela de modo inteligente.
Se respondeu d), então parabéns.

Thursday, February 14, 2008

Por vezes quando desenho alguém , noto que a pessoa fica meio ressentida, incomodada, não se sente á vontade pelo facto de um desconhcido, ao longe, a estar a retratar num pequeno caderninho preto. Por muito inconveniente que seja a pessoa estar a ficar horrivel no meu desenho (não saber desenhar tem destas coisas :\ ), eu não percebo o porquê de este incómodo. Eu no seu lugar estou-me completamente cagando. Queres desenhar, desenha. Acho que as pessoas, talvez, não compreendam que alguém desenhar outra, raramente (acontece, mas é raro) têm outro objectivo que o simples desenhar pelo desafio em si e um exercicio de composição e relações graficas. Não se desenha alguém porque gosta (ok, as vezes acontece, mas isso nessas alturas e declarado e óbvio). As pessoas acreditam demais na sua singularidade e individualidade. Não se consciencializam que na realidade, para os outros, os desconhecidos, não passam de alguém que por acaso também caminha, possui um nome e ídentifica-se por um número. Não são mais do que alguém que nos é impressionantemtente indiferente. Toda a gente hoje em dia julga-se especial; não são. Não digo isto com algum sentido... de xico-esperteza ou assim, nada disso, sou tão vulgar como qualquer outro, tão "um número sem face" como o resto da humanidade. Mas percebo-o. Tenho a humildade de compreender esse meu lugar no mundo, e por isso, se alguém se decide a desenhar, a tirar fotografia, a olhar, para o bem ou para o mal, divirtam-se. Têm todo o direito e é algo completamente natural, acontece. Ninguém é ninguém até fazer alguma coisa que o torne Alguém.

Wednesday, February 13, 2008

Mesmo assim ponto final

Para mim não há pessoa ou coisa que tenha lugar predefinido na minha consideração, não há amizades para sempre, amores eternos, memórias intemporais nem acções com um valor indefinido no tempo. As pessoas principalmente, demonstram o seu valor e importância nas suas acções, tudo e todos são CONSTANTEMENTE avaliados e testados. As pessoas modificam-se todos os santos dias, tu hoje não és tu daqui a um ano, nem és tu de um ano atrás. Não te comportas com as pessoas de igual modo, não és honesto de mesmo modo, não és o mesmo para todos. Só se pode assim criticar constantemente o mundo.

Sunday, February 10, 2008

Um Bom Conselho! =D

Um Cabrita por dia não sabe o bem que lhe fazia!

Friday, February 08, 2008

Saudades

Acordo. Tarde. levanto-me, sem pressas. cambaleio até à banheira, já alguém antes ligou o gás e abriu as janelas. água quente, amoleço-me, entorpecido sorrio com o meu bem estar. sabe-me bem, a água quente. tão bem que me deixo apagar durante o duche. Engraça-me o vapor de água na casa de banho.
Café, uma mini. O bom pequeno almoço nutritivo e reconfortante do jovem estudante secundário. Outra, alimentarmos-nos bem nunca fez mal. Mais uma, po caminho. uma hora ou assim de aula, chata e sem interesse. Estúpida até. Quem é que raio presisa de aulas de estória mascarada de Português? um pátio cheio de putos estúpidos, infantis, gente sem ideias formadas, subjugados a um grupo de ideias pré-concebidas, ninguém interessante, ninguém que mereça ser conhecido. Um tédio de Morte. Almoço, mais algum amigo ou dois. Bifanas na tasca e médias. Aulas de subir média e não aprender nada, um estirador. Local precioso para descansar, dormitar, Saboriar o alcool. Desenhar algo, humildemente melhor que a média da turma. O mundo é aquela escola e outra. Tudo é relativamente pequeno e, infelizmente, simplório. Não porra nenhuma na realidade imediata que me rodeia que estimule, encante. Enfim, salva-se o MD com músicas que a maioria desconhece, ignora ou escarna; felizmente a maioria da população é idiota, sossega-me. Divertidos diálogos com ridiculas jovens que se julgam ser mais do que são, pavoneiam uma maturidade e inteligente superioridade que não possuem, apanha-se tão facilmente as mentiras e aldrabices, faltas de carácter e inseguranças; nem isto é desafio, nem isto ensina nada, nem isto é útil. Casa. O desejo da adopção, estes não. Amar alguém que não nos identificamos é chato. E triste. E deprimente. E mais algo que não quero desenvolver, pensar, explorar. A vida tem disto: escolhemos de quem gostamos, com quem nos damos, por quem nos apaixonamos, mas da familia não se foge. Não faz mal, têm os seus bons momentos. Que se lixe. Hei-de recordá-los com ternura, espero. Desenhar, desafio Aprender. Superar-me. Desiludir-me. Pensar. Crescer. A música, sempre a música. Café, amigos do costume. Nada de anormal, imperial, imperial, shot, shot, imperial, shot, imperial, imperial, shot, shot, imperial, shot. Inicio de dor de barriga, imperial, momento "ooookk..." e água. Mais água. ok tá bom n mexas mais. Frustração de não ter dinheiro nem estomâgo para estar bebado. vá, mais uma. Outra. ok tá a bater, fixe, já tá o mundo em slow motion. agora sim, sinto-me bem, a sensação de estar tudo lento, o mundo calmo mas mexido, eu apreciar os sons, os momentos, o que se vê. O que se diz. Não sentir estranheza por sentir valor nos pequenos detalhes do mundo, ter a desculpa para isso! É bonito, o mundo. Podia ser melhor, tão melhor. As pessoas podia ser melhores, tão melhores. Casa de novo. A chave com mestria na fechadura, sem barulho. caminho automático e estudado para o quarto, despir, vestir pijama, deitar, fechar luz do candeeiro, merda, que sede. LEvantar, caminhar com a mão na parede, copo, torneira, água. 'Tá melhor, cama. Fecho os olhos, a barcaça abana e penso na vida, no mundo, em mim, nos outros, em tudo. Cinco mil coisas na cabeça, a fazer sentido, organizadas, lógicas. O mundo é tão deprimente. Somos tão deprimentes.
O sol na cara. Acordo. Tarde. levanto-me, sem pressas.


A vida que tive, a vida que tenho, e aquela que nunca irei ter.
A vida que outros tiveram, que têm, que nunca irei ter.
A certeza de não ter pena nenhuma de não te-las tido, gostei da minha, foi, dentro dos seus altos e baixos, boa. Irei recorda-la com saudade. Tantas Saudades. A nostalogia move-nos por dentro, a Saudade é sentimento tão terno.

Tuesday, January 29, 2008

Cada vez melhor...

Numa qualquer conversa ouvi "Ent e ontem, ouviram as noticias? parece que agora a moda dos putos de 13/14 anos é apanharem grandes mocas com coca e fazerem grandes orgias!"

Fiquei chocado. Muito chocado.
O que é que raio (juro que não consigo entender) se passa na cabeça desta geração dos 13/15?
Quão idiotas conseguem as pessoas ser? é que sinceamente, não é presiso dois dedos de testa para perceber que umas certas drogas aliadas a sexo casual sem qualquer cabeça, nunca foi nem nunca será boa ideia. Temos 10 000 e tal anos de história para justificar isto.
Um adolescente, por muita febre da hormona que tenha, não tem a idade para snifar coca tão regularmente, não tem! o corpo e mentalidade pura e simplesmente ainda não tem maturidade suficiente para discernir entre experimentar algo e conseguir manter a necessária distancia e imparcialidade sobre uma substância que provocará o desejo de ser retomada (não me venham com músicas, provoca habituação sim, e não é um cocaínado qualquer que me vai dizer que isto é mentira blá blá blá quando até os ratos ficam agarrados em testes de laboratório).
Um adolescente de 14 anos não tem também o grau de cosnciência necessário para com alcool e drogas fazer constantemente sexo com desconhecidos ou conhecidos com total segurança e imparcialidade sentimental. Epah não têm não me venham com coisas! eu já fui daquela idade e sinceramente, era até bem crescidinho para a altura, e sei bem que isto a ser rotina eu n teria esta capacidade! o mundo não é preto e branco e neste cinzento em que nos mexemos é fácil as coisas ficarem confusas, ainda para mais para um puto que nem o mundo vê!

É que ainda por cima, se tudo isto fosse resultado de uma vontade, de um grau cultural que felizmente tinha sido atingido mais depressa e assim agiam de livre e conciente vontade, pronto, "tudo bem", mas toda a gente sabe, que resultado da crescente estupidificação desta geração (a que eu próprio pertenço), isto não é mais do que uma moda. Mas esta gente não percebe que esta moda trará consequencias, poucas boas e muitas más?

Isto revolta-me! Nem que seja pelo facto porco de que quando for mais velho e me aptecer miudas mais novas, já tá tudo podre pejado de sifilis, sida's, gonorreias, sarnas, sei lá mais o que: tá tudo podre!

que idiotas meu deus...

Monday, January 21, 2008

Este país, sinceramente...

há pessoas que, meu deus, revoltam-se no seu amago quando digo que n me importava nada de ir para espanha (por acaso n gostava, mas anyway, continuando ), inglaterra, frança, italia, dinamarca, qualquer coisa.. "Não és português não és nada! devias ter vergonha!". vergonha? do quê? de renegar uma vida melhor por uma questão de nacionalismo sentimental infundado? qual é a glória de ficar preso a um país que verdade seja dita, só serve um punhado de escolhidos à nascença? um país que vive do passado? vende glórias antigas em nome de uma quimera (nesta altura) irreal? Concordo em absoluto, se ninguém mudar, isto não muda. A questão é que quem tem de mudar, não o quer fazer, e quem não o quer fazer, vale por todos que o querem mudar. E enquanto não se virem privados da força motriz deste país, não mudam. Caramba, vamos ser honestos, nunca muda, como eu tentaria a minha sorte lá fora, milhões como eu de paises mais merdosos ainda o tentariam aqui. vergonha de ver isto tudo, com mais ou menos clareza?

Fodace, vergonha tenho eu de dizer que sou portugues, descendente dos descobridores de meio mundo, e deixar isto chegar aonde chegou. Isso sim é para se ter vergonha.

Friday, January 11, 2008

Acerca das "Drogas"





Primeiro de tudo, não sou nem consumidor, nem são substancias sobre as quais sou completamente ignorante. Posto isto:

Possuo a opinião de que as drogas são um tema extraórdináriamente complexo de discutir em 2 dedos de conversa. Não é, sequer, assunto que possa ser discutido durante um café com "tias", nem enquanto se devora tremoços e despejam barris de cerveja para o estomago. Não de um modo sério, como o tema obriga.
As drogas são, sucintamente, substancias que enganam os nossos sentidos, os atropelam, aumentam, intensificam ou abrandam, basicamente, SENTIMOS-NOS DIFERENTES do estado normal. É por isso, tão apelativa. O alcool faz presisamente o mesmo efeito. E vivendo num pais onde o alcool mata, acho que uma inacreditavel hipocrisia dizer que nao se pode comparar as drogas ao alcool. A meu ver, tanto uma sao consumidas com o mesmo principio e objectivo, muda apenas a sua escala, apesar de n o ser a um grau tao amplo que se possam diferenciar. É, no entanto, impensavel proibir bebidas alcoolicas, nao so pela tradiçao que o alcool carrega na humanidade, como pelo absurdo em si: fez-se isso na america e sabemos bem os resultados. Seguindo os governos do mundo (desde quando fizeram eles isto?! ) uma lógica de guardião alada da saúde dos cidadãos, não vejo o porque de um ser legal e publicitado, e o outro é proibido e denegrido.
O tabaco é um tema que me entusiasma. Deve ser o produto de consumo legal mais criminoso de sempre: não faz nada de bem, não ajuda ninguém, não é aprazivel para ninguem excepto o seu consumidor; no entanto, obriga todos os que o rodeiam a sofrer na sua saúde o acto de outro: É legal e relativamente livre de ser efectuado em qualquer lugar. Mata mais que a própria droga, e quase meto as mãos no lume em como isto é verdade mesmo que incluamos os genocidios consequentes do trafico destas substancias. As tabaqueiras vendem o seu ganha pão de modo desonesto e malicioso, enganando os seus consumidores em relação á toxicidade e dependência que estes possuem. São produtos e empresas que mesmo assim, são legais e publicitados. No entanto, as drogas, que são PRESISAMENTE O MESMO são ilegais.
Os fármacos, meu deus, este é divertidissimo, são o expoente máximo do vender gato por lebre, dar ao consumidor substancias e mais substancias quimicas, muitas que por vezes provocam graves efeitos secundarios apenas detectaveis ao fim de bastante tempo, quando o mal está feito (não nego que isto são acontecimentos imprevisiveis e não propositados, serve no entanto como argumento a defesa do meu raciocinio) (espero eu), uma pequena parte deles provocam também a sua dependencias, são caros (alguns bem mais que a propria "droga"), sob capa de fazer bem a saude grande parte da população emburca daquilo como se fossem pastilhas elásticas, quantos e quantos não fazem absolutamente NADA ao corpo humano, á excepção de uma pequena e inconsequente alteração no nosso organismo, sendo no entanto vendido como remédio miraculoso para nossas maleitas, é uma industria que claramente corrupte sem escrúpulos médicos e provoca problemas a uma enorme fatia da população. Os próprios fármacos são, literalmente, drogas: tudo isto é legal, comparticipado e publicitado.
Que raio de critérios de avaliação são e foram usados para decidir afinal o que é legal e o que é ilegal? o grau de toxicidade? desde quando é que o haxixe ou a erva é mais toxica e viciante que a morfina, administrada para as dores? Desde quando é que umas folha de uma erva são assim TÃOOO mais prejudiciais que outras que até vêm juntas com alcatrão? o alcatrão é saudável? é? não faz assim mt mal? que fixe, vamos lamber a estrada para lavar a lingua :D.

Fora a ironia estúpida e patega, sejamos honestos, não há argumento forte o suficiente para proibir o consumo de drogas leves. Já as pesadas...

e daí? que é que tem serem pesadas? um adulto não é um ser humano independente de pensamento? alguém inteligente? capaz de tomar as suas decisoes por si? na total posse de capacidades de escolher o seu caminho? comdireito de vto, de decidir o seu futuro e indirectamente o de milhares de outros seres humanos? Então porque raio nao pode ele ter a liberdade de destruir por completo a sua vida?
Desde quando é mais grave um idiota (independentemente dos motivos que o levam a isso) gastar fortunas num vicio destrutivo do que um empresário ganancioso e egoista, que destroi tudo por onde passa com o simples intuito de amealhar uns cobres para ir ás prostitutas e pavonear-se no teatro social?

Além do enorme beneficio que seria ter uma industria como a da produção e venda de estupefacientes legalizada: os problemas financeiros dos paises modificavam-se bastante e o proprio produto seria fiscalizado e, logo, mais seguro.
Sendo o tabaco, farmacos e alcool legais, as droga teriam obrigatoriamente de o ser também, mais não fosse por uma simples consistencia de pensamento...



Sabemos no entanto que tanto as drogas, como o alcool, como o tabaco, fora pequenos beneficios, fazem mal. E se se quer salvaguardar a saude do mundo, então qualquer uma destas substancias teriam de ser banidas, proibidas e perseguidas. É o mesmo que vender amostras de veneno para as pessoas irem morrendo devagarinho. É estupido portanto que se consuma e permitir o consumo de qualquer uma destas "coisas".

Sinceramente? acho uma bruta hipocrisia as drogas serem vendidas ilegalmente e (supostamente) as escondidas: as pessoas deviam ser livres de fazer as suas escolhas, e de seguida serem confrontadas com as consequencias delas. Imensa gente iria desgraçar-se, é verdade, mas o mesmo acontece com as outras substancias, por isso acaba por ser sempre uma quetão de inteligencia, força de vontade e responsabilidade individual. E sinceramente, se uma pessoa não tem estas caractristicas para nao cair em tentação, então também não serve para ser adulta. E todos temos de crescer e não ficar bebés mimados para sempre pois não? :)


esta minha opinião vale o que vale: Eu não possuo conhecimentos nem de quimica, nem de medicina, nem de economia nem sociologia, para que esta opinião minha possa ser levada a sério. Sou demasiado ignorante para tal. Não passa de um "bitaique" reflectido de um puto que pouco sabe da vida. Como tal, quando reler isto presiso ter em atenção que não passa de uma diversão escrita e curiosidade nostálgica de ideias (provavelmente) imaturas.


Saturday, January 05, 2008

PRIMEIRO VER O FILME MULHOLLAND DRIVE (e perceber alguma coisa dele)

As loiras sempre mexeram cmg

Friday, January 04, 2008

Vai ser giro Ler isto daqui a uns anos

De inicio, o "objectivo" é criar uma ideia, algo novo, um "conceito". Ese conceito evolui para deixar de ser algo vago, descaractrizado, impossivel de materializar para uma ideia de espaço. Dessa transformação epacial, que vive por si só, introduz-se o meio envolvente, a realidade que rodeia a intervenção (desejavelmente) arquitectónica. Depois tudo isso é requestionado. Não digo que toda a música do território enquanto suporte conceptual não seja verdadeira, útil, possivel, whatever, simplesmente, questiono-me se isso será assim tão profundamente e intriscecamente necessário, ou melhor, se deverá ter assim tanto peso? Não será possivel criar arquitectura, espaço habitavel (que é, ao fim ao cabo, a sua utilização: viver um espaço), utilizando as caractristicas envolvente de um modo não tão... vincado? de um modo extremo, não será possivel ignorar isto tudo e no fim, por incrivel que pareça, ainda assim criar boa arquitectura?
e já agora, o que é boa arquitectura? e porque a maioria das pessoas não conseguirá vê-la, ou gostar dela e apreciá-la, tendo nós arquitectos a tendência de os catalogar de imediato como ignorantes e incultos? (não que não o sejam; a verdade incontornável é que estamos perante uma geração adulta que neste momento tudo julga saber e sobre tudo julga ter uma opinião muito bem formada e correcta, e pior, que a sua opinião é que interessa, esta ela certa ou errada, e não se preocupando minimamente em torná-la mais correcta ou acertada.)

Hipotéticamente, uma aldeia "tradicional", casinhas todas iguais, com uma identidade muito vincada. Na eminencia de um arquitecto criar lá algo, de café a habitação, que idiotice macabra o obrigaria a fazer mais do mesmo? ou melhor, porque raio deveria ele fazer igual ao que lá está?
"ah porque senão destoa, fica diferente de tudo o que já lá esta"
1. lá por já lá estar, não significa que esteja bem. e se não está bem, e se vai mudar, muda-se para bem.
2. é tudo igual porque foi tudo construido (regra geral) relativamente na mesma altura. e está tudo daquele modo porque naquele local, naquela altura se contrui-a assim. Hoje não é aquela altura. Assim sendo, porque se haveria de fazer regresso ao passado e construir com os defeitos e erros do passado?
3. Uma coisa e respeitar a tradição, outra é copiá-la. E com a cópia raramente se avança. Hoje, amanhã e á mil anos atrás.

Nunca compreendi o "não porque não, está mal porque está mal" contra o "é assim, diferente, possivelmente errado, experimental, mas justificado por A, B, C e D...". não, a sério que não percebo. Custa-me.