Saturday, March 29, 2008
a Morte
Há quem diga que o suicidio é cobardia.
Cobardia? Cobardia é uma pessoa não se matar por ter medo da morte. Como se pudesse fugir ao inevitável, ou como se fose um individuo muito especial e necessário ao mundo.
Não é nem cobardia nem coragem. Não é nada. é nada mais que uma opção que uma pessoa ou faz, ou não faz, cada um tem os seus motivos para viver ou morrer.
Cobardia? Cobardia é uma pessoa não se matar por ter medo da morte. Como se pudesse fugir ao inevitável, ou como se fose um individuo muito especial e necessário ao mundo.
Não é nem cobardia nem coragem. Não é nada. é nada mais que uma opção que uma pessoa ou faz, ou não faz, cada um tem os seus motivos para viver ou morrer.
Thursday, March 27, 2008
pois ééé
não se já o escrevi, mas adoro esta minha frase:
"Elas não são umas putas. Apaixonam-se é muito facilmente... "
x)
"Elas não são umas putas. Apaixonam-se é muito facilmente... "
x)
Monday, March 24, 2008
Um Pai
em entrevista sobre o memoravel concerto dos Tokio Hotel em portugal, um Pai digno de ostentar essa denominação disse:
A minha filha... telefonou-me a dizer para a vir cá buscar, que o concerto tinha sido cancelado ou k era.. mal me entrou levou logo duas chapadas pa cara qué pa não ser parva. E não andar pái feita histérica como as outras.
A minha filha... telefonou-me a dizer para a vir cá buscar, que o concerto tinha sido cancelado ou k era.. mal me entrou levou logo duas chapadas pa cara qué pa não ser parva. E não andar pái feita histérica como as outras.
Sunday, March 23, 2008
Friday, March 21, 2008
curioso
é presiso ver que os autores foram apanhados e processados em multa e horas de trabalho comunitario... acho que sim, faz sentido.. NOT
http://www.youtube.com/watch?v=x8qcrhBUMFQ
http://www.youtube.com/watch?v=x8qcrhBUMFQ
Friday, March 14, 2008
Wednesday, March 12, 2008
MuLaNgAdAh
Independentemente de as pessoas serem boas ou más, de se identificarem ou não com a personagem que representam, existe toda uma"elite" "iluminada" sobre a "juventude" chamada "povo dos morangos". Jovens que têm um pequeno contacto com a fama e logo se julgam os maiores odo mundo, putrefactos com um ego maior que as suas ambições e uma arrogância cinica. (até que ponto isto é completamente vdd, sinceramente, pouco me importa). Não resisto por isso à tentação de se me aparecesse a frente uma certa actriz da corrente série chamar-lhe "EEEEEHHHH MAMIIIIIINHAAS!" ou "EEEHHHH RABIIIINHOOS!". A irónia era, claro, a palavra de ordem.
Monday, March 10, 2008
Thursday, February 28, 2008
Família
O papel da família tem tido um papel engraçado: de extraordinariamente importante, a completamente insignificante. Desde as o sistema de castas e herditariarismos para o simples camponês ou operário que tinha filhos tipo fábrica com linha de montagem e fabricação em série, úteis para trabalhar. O papel da família, em termos emocionais, parece-me a mim que cada vez vai tendo menos valor. Á excepção de serem transmitidos valores, parece que a relação pai - filho baseia-se numa atitude parasita do filho, aproveitando-se do amor (ou obrigação social) dos pais para sobreviver e ter os seus luxos e vontades satisfeitas sem o mínimo trabalho. Cada vez mais os filhos vão tendo uma atitude de desrespeito para com os seus progenitores, talvez também por estes pouco terem a ensinar e basicamente, não serem grande exemplo para os filhos. Vive-se uma fome de riqueza e fama, toda a gente quer ser “alguém”, evitando realizar-se de que ser famoso e rico não é por si só garantia de ser alguém (enfim, talvez o seja neste mundo podre em que vivemos). Os pais vão sendo antiquados, não se conseguem adaptar a uma sociedade em rápida evolução. Uma cada vez melhor adaptação a este ritmo frenético tenha talvez sido possível nos países porta-estandartes da evolução humana a partir de meados dos anos 60, apesar de as mudanças serem tantas que nunca as novas gerações confrontaram a evolução de modo tão errado como nessa altura. O dealbar de uma sexualidade livre e sem preconceitos foi morta à nascença por uma mentalidade de excessos e não existência de controlos ou regras que sempre fazem necessidade á organização humana, e nós, geração em que me incluo, vivo a consequência dessa geração exagerada. Em Portugal, especificamente, o pós-revolução de Abril, ocorrida num pais profundamente atrasado em relação a todo o mundo civilizado, foi especialmente grave, criando toda uma aura de actuais pais que têm opinião sobre tudo e que se julgam, não o admitindo, no direito de ter razão por ter uma opinião, vivendo ainda em muitos casos uma sensação de “sou livre faço o que quero”. Muitos pais não conseguem aguentar o facto de o mundo pura e simplesmente ser imperfeito e por isso ser massacrado por uma eterna injustiça, nunca tudo será igual para todos, nem nunca todos teremos o mesmo. E muitos filhos crescem e aprendem dentro de essa noção de liberdade que mais tarde os “obriga” a atropelar a liberdade de outros, de modo a poderem ser “livres”. Apesar de toda esta á vontade avant-garde de se viver e errar, existe também o outro lado, um “mundo” completamente conservador, que procura nos costumes passados uma rede de trapezista para ter certas atitudes e certas justificadas, ideias e manias que por muito erradas que sejam, por serem já antigas e praticadas são “certas”. Vivemos todos assim, basicamente, num limbo, em que queremos ser muito pá frentex e modernos e contemporâneos, mas volta e meia, confrontados com a necessidade de sermos realmente fortes, corajosos, tomar decisões que mudem o mundo e tenham consequências, acobardamo-nos e refugiamo-nos na sacanice do passado. Este tipo de valores, esta luta contra este tipo de medianismo intelectual e humano que hoje é epidémico, considero ser o principal motivo de ser de ma família. Porque passada a infância de uma criança, toda aquele rede social da família passa a ser pequena demais. Facto disso é de os ricos terem os seus connects,e os pobres os gangs. Não passa tudo do mesmo, um grupinho de filhas da puta que limpam a merda uns dos outros quando se fode alguém ou algo. E é este tipo de valores que hoje infelizmente, directa ou indirectamente, as famílias acabam por passar ás suas descendências. É também esta filha da putice generalizada que a sociedade ensina, pois infelizmente (pelo menos me Portugal) quem é aldrabão é que se safa. Devido á família também cada vez ter menos peso, as pessoas vão sendo cada vez piores, digo eu... talvez. Por outro lado, o romper com a “escravidão” de vontades perante os pais é talvez o derradeiro momento de coragem na vida de uma pessoa, o primeiro pelo menos, o que define a sua mudança de puto maricas a homem responsável pelos seus actos. (este romper não é ir contra a vontade dos pais sem conhecimentos disso, mas sim admiti-lo e sofrer as consequências dos seus actos). Vivemos agora um momento derradeiro da evolução humana: temos todas as possibilidades do mundo de pela primeira vez, em massa, realizar o que foi brutalmente atingido durante o renascimento e o iluminismo. Cabe-nos a nós realizar o Homem.
umbigo
Por muito que me esforço para ser o melhor ser humano que consiga, tenho de admitir que provavelmente, sou uma pessoa bem complicada de aturar. Não tolero estupides, faltas de respeito, manias, sacanices, incapacidades de se ser um ser humano digno desse nome e lutar pelo que deseja. Não me compreendo a mim mesmo, em demasiadas situações, não ajo do modo que muitas vezes quero, contrario-me amim próprio. Penso profundamente em fazer algo, eforço-me para que essa atitude prevaleça, e, no fim, nao me permito que os impulsos que desejo libertar se realizem. Não evoluio como quero, não apredo ao ritmo que desejo, não Sei o suficiente para ser a pessoa que me admiraria a mim próprio de ser. Não sou ainda, o exemplo para o mundo que tenho imperativamente de conseguir antes da morte. Revolta-me Eu.
Wednesday, February 27, 2008
Friday, February 15, 2008
Teste Intelectual
Qual das alineas é sinónimo de persevejo da sociedade:
a) D'ZRT
b) 4 Taste
c) Just Girls
d) Um qualquer artista com cultura musical e um gosto minimamente apurado e eclético, que percepcione a música nas suas variadas variantes.
Se respondeu a), então o leitor é um doente mental.
Se respondeu b), então o bicho que respondeu deverá encaminhar-se para um local de abate.
Se respondeu c), então a criança deverá crescer mais uns anos, afastado da sociedade, devido à sua incapacidade de sobreviver nela de modo inteligente.
Se respondeu d), então parabéns.
a) D'ZRT
b) 4 Taste
c) Just Girls
d) Um qualquer artista com cultura musical e um gosto minimamente apurado e eclético, que percepcione a música nas suas variadas variantes.
Se respondeu a), então o leitor é um doente mental.
Se respondeu b), então o bicho que respondeu deverá encaminhar-se para um local de abate.
Se respondeu c), então a criança deverá crescer mais uns anos, afastado da sociedade, devido à sua incapacidade de sobreviver nela de modo inteligente.
Se respondeu d), então parabéns.
Thursday, February 14, 2008
Por vezes quando desenho alguém , noto que a pessoa fica meio ressentida, incomodada, não se sente á vontade pelo facto de um desconhcido, ao longe, a estar a retratar num pequeno caderninho preto. Por muito inconveniente que seja a pessoa estar a ficar horrivel no meu desenho (não saber desenhar tem destas coisas :\ ), eu não percebo o porquê de este incómodo. Eu no seu lugar estou-me completamente cagando. Queres desenhar, desenha. Acho que as pessoas, talvez, não compreendam que alguém desenhar outra, raramente (acontece, mas é raro) têm outro objectivo que o simples desenhar pelo desafio em si e um exercicio de composição e relações graficas. Não se desenha alguém porque gosta (ok, as vezes acontece, mas isso nessas alturas e declarado e óbvio). As pessoas acreditam demais na sua singularidade e individualidade. Não se consciencializam que na realidade, para os outros, os desconhecidos, não passam de alguém que por acaso também caminha, possui um nome e ídentifica-se por um número. Não são mais do que alguém que nos é impressionantemtente indiferente. Toda a gente hoje em dia julga-se especial; não são. Não digo isto com algum sentido... de xico-esperteza ou assim, nada disso, sou tão vulgar como qualquer outro, tão "um número sem face" como o resto da humanidade. Mas percebo-o. Tenho a humildade de compreender esse meu lugar no mundo, e por isso, se alguém se decide a desenhar, a tirar fotografia, a olhar, para o bem ou para o mal, divirtam-se. Têm todo o direito e é algo completamente natural, acontece. Ninguém é ninguém até fazer alguma coisa que o torne Alguém.
Wednesday, February 13, 2008
Mesmo assim ponto final
Para mim não há pessoa ou coisa que tenha lugar predefinido na minha consideração, não há amizades para sempre, amores eternos, memórias intemporais nem acções com um valor indefinido no tempo. As pessoas principalmente, demonstram o seu valor e importância nas suas acções, tudo e todos são CONSTANTEMENTE avaliados e testados. As pessoas modificam-se todos os santos dias, tu hoje não és tu daqui a um ano, nem és tu de um ano atrás. Não te comportas com as pessoas de igual modo, não és honesto de mesmo modo, não és o mesmo para todos. Só se pode assim criticar constantemente o mundo.
Sunday, February 10, 2008
Friday, February 08, 2008
Saudades
Acordo. Tarde. levanto-me, sem pressas. cambaleio até à banheira, já alguém antes ligou o gás e abriu as janelas. água quente, amoleço-me, entorpecido sorrio com o meu bem estar. sabe-me bem, a água quente. tão bem que me deixo apagar durante o duche. Engraça-me o vapor de água na casa de banho.
Café, uma mini. O bom pequeno almoço nutritivo e reconfortante do jovem estudante secundário. Outra, alimentarmos-nos bem nunca fez mal. Mais uma, po caminho. uma hora ou assim de aula, chata e sem interesse. Estúpida até. Quem é que raio presisa de aulas de estória mascarada de Português? um pátio cheio de putos estúpidos, infantis, gente sem ideias formadas, subjugados a um grupo de ideias pré-concebidas, ninguém interessante, ninguém que mereça ser conhecido. Um tédio de Morte. Almoço, mais algum amigo ou dois. Bifanas na tasca e médias. Aulas de subir média e não aprender nada, um estirador. Local precioso para descansar, dormitar, Saboriar o alcool. Desenhar algo, humildemente melhor que a média da turma. O mundo é aquela escola e outra. Tudo é relativamente pequeno e, infelizmente, simplório. Não porra nenhuma na realidade imediata que me rodeia que estimule, encante. Enfim, salva-se o MD com músicas que a maioria desconhece, ignora ou escarna; felizmente a maioria da população é idiota, sossega-me. Divertidos diálogos com ridiculas jovens que se julgam ser mais do que são, pavoneiam uma maturidade e inteligente superioridade que não possuem, apanha-se tão facilmente as mentiras e aldrabices, faltas de carácter e inseguranças; nem isto é desafio, nem isto ensina nada, nem isto é útil. Casa. O desejo da adopção, estes não. Amar alguém que não nos identificamos é chato. E triste. E deprimente. E mais algo que não quero desenvolver, pensar, explorar. A vida tem disto: escolhemos de quem gostamos, com quem nos damos, por quem nos apaixonamos, mas da familia não se foge. Não faz mal, têm os seus bons momentos. Que se lixe. Hei-de recordá-los com ternura, espero. Desenhar, desafio Aprender. Superar-me. Desiludir-me. Pensar. Crescer. A música, sempre a música. Café, amigos do costume. Nada de anormal, imperial, imperial, shot, shot, imperial, shot, imperial, imperial, shot, shot, imperial, shot. Inicio de dor de barriga, imperial, momento "ooookk..." e água. Mais água. ok tá bom n mexas mais. Frustração de não ter dinheiro nem estomâgo para estar bebado. vá, mais uma. Outra. ok tá a bater, fixe, já tá o mundo em slow motion. agora sim, sinto-me bem, a sensação de estar tudo lento, o mundo calmo mas mexido, eu apreciar os sons, os momentos, o que se vê. O que se diz. Não sentir estranheza por sentir valor nos pequenos detalhes do mundo, ter a desculpa para isso! É bonito, o mundo. Podia ser melhor, tão melhor. As pessoas podia ser melhores, tão melhores. Casa de novo. A chave com mestria na fechadura, sem barulho. caminho automático e estudado para o quarto, despir, vestir pijama, deitar, fechar luz do candeeiro, merda, que sede. LEvantar, caminhar com a mão na parede, copo, torneira, água. 'Tá melhor, cama. Fecho os olhos, a barcaça abana e penso na vida, no mundo, em mim, nos outros, em tudo. Cinco mil coisas na cabeça, a fazer sentido, organizadas, lógicas. O mundo é tão deprimente. Somos tão deprimentes.
O sol na cara. Acordo. Tarde. levanto-me, sem pressas.
A vida que tive, a vida que tenho, e aquela que nunca irei ter.
A vida que outros tiveram, que têm, que nunca irei ter.
A certeza de não ter pena nenhuma de não te-las tido, gostei da minha, foi, dentro dos seus altos e baixos, boa. Irei recorda-la com saudade. Tantas Saudades. A nostalogia move-nos por dentro, a Saudade é sentimento tão terno.
Café, uma mini. O bom pequeno almoço nutritivo e reconfortante do jovem estudante secundário. Outra, alimentarmos-nos bem nunca fez mal. Mais uma, po caminho. uma hora ou assim de aula, chata e sem interesse. Estúpida até. Quem é que raio presisa de aulas de estória mascarada de Português? um pátio cheio de putos estúpidos, infantis, gente sem ideias formadas, subjugados a um grupo de ideias pré-concebidas, ninguém interessante, ninguém que mereça ser conhecido. Um tédio de Morte. Almoço, mais algum amigo ou dois. Bifanas na tasca e médias. Aulas de subir média e não aprender nada, um estirador. Local precioso para descansar, dormitar, Saboriar o alcool. Desenhar algo, humildemente melhor que a média da turma. O mundo é aquela escola e outra. Tudo é relativamente pequeno e, infelizmente, simplório. Não porra nenhuma na realidade imediata que me rodeia que estimule, encante. Enfim, salva-se o MD com músicas que a maioria desconhece, ignora ou escarna; felizmente a maioria da população é idiota, sossega-me. Divertidos diálogos com ridiculas jovens que se julgam ser mais do que são, pavoneiam uma maturidade e inteligente superioridade que não possuem, apanha-se tão facilmente as mentiras e aldrabices, faltas de carácter e inseguranças; nem isto é desafio, nem isto ensina nada, nem isto é útil. Casa. O desejo da adopção, estes não. Amar alguém que não nos identificamos é chato. E triste. E deprimente. E mais algo que não quero desenvolver, pensar, explorar. A vida tem disto: escolhemos de quem gostamos, com quem nos damos, por quem nos apaixonamos, mas da familia não se foge. Não faz mal, têm os seus bons momentos. Que se lixe. Hei-de recordá-los com ternura, espero. Desenhar, desafio Aprender. Superar-me. Desiludir-me. Pensar. Crescer. A música, sempre a música. Café, amigos do costume. Nada de anormal, imperial, imperial, shot, shot, imperial, shot, imperial, imperial, shot, shot, imperial, shot. Inicio de dor de barriga, imperial, momento "ooookk..." e água. Mais água. ok tá bom n mexas mais. Frustração de não ter dinheiro nem estomâgo para estar bebado. vá, mais uma. Outra. ok tá a bater, fixe, já tá o mundo em slow motion. agora sim, sinto-me bem, a sensação de estar tudo lento, o mundo calmo mas mexido, eu apreciar os sons, os momentos, o que se vê. O que se diz. Não sentir estranheza por sentir valor nos pequenos detalhes do mundo, ter a desculpa para isso! É bonito, o mundo. Podia ser melhor, tão melhor. As pessoas podia ser melhores, tão melhores. Casa de novo. A chave com mestria na fechadura, sem barulho. caminho automático e estudado para o quarto, despir, vestir pijama, deitar, fechar luz do candeeiro, merda, que sede. LEvantar, caminhar com a mão na parede, copo, torneira, água. 'Tá melhor, cama. Fecho os olhos, a barcaça abana e penso na vida, no mundo, em mim, nos outros, em tudo. Cinco mil coisas na cabeça, a fazer sentido, organizadas, lógicas. O mundo é tão deprimente. Somos tão deprimentes.
O sol na cara. Acordo. Tarde. levanto-me, sem pressas.
A vida que tive, a vida que tenho, e aquela que nunca irei ter.
A vida que outros tiveram, que têm, que nunca irei ter.
A certeza de não ter pena nenhuma de não te-las tido, gostei da minha, foi, dentro dos seus altos e baixos, boa. Irei recorda-la com saudade. Tantas Saudades. A nostalogia move-nos por dentro, a Saudade é sentimento tão terno.
Tuesday, January 29, 2008
Cada vez melhor...
Numa qualquer conversa ouvi "Ent e ontem, ouviram as noticias? parece que agora a moda dos putos de 13/14 anos é apanharem grandes mocas com coca e fazerem grandes orgias!"
Fiquei chocado. Muito chocado.
O que é que raio (juro que não consigo entender) se passa na cabeça desta geração dos 13/15?
Quão idiotas conseguem as pessoas ser? é que sinceamente, não é presiso dois dedos de testa para perceber que umas certas drogas aliadas a sexo casual sem qualquer cabeça, nunca foi nem nunca será boa ideia. Temos 10 000 e tal anos de história para justificar isto.
Um adolescente, por muita febre da hormona que tenha, não tem a idade para snifar coca tão regularmente, não tem! o corpo e mentalidade pura e simplesmente ainda não tem maturidade suficiente para discernir entre experimentar algo e conseguir manter a necessária distancia e imparcialidade sobre uma substância que provocará o desejo de ser retomada (não me venham com músicas, provoca habituação sim, e não é um cocaínado qualquer que me vai dizer que isto é mentira blá blá blá quando até os ratos ficam agarrados em testes de laboratório).
Um adolescente de 14 anos não tem também o grau de cosnciência necessário para com alcool e drogas fazer constantemente sexo com desconhecidos ou conhecidos com total segurança e imparcialidade sentimental. Epah não têm não me venham com coisas! eu já fui daquela idade e sinceramente, era até bem crescidinho para a altura, e sei bem que isto a ser rotina eu n teria esta capacidade! o mundo não é preto e branco e neste cinzento em que nos mexemos é fácil as coisas ficarem confusas, ainda para mais para um puto que nem o mundo vê!
É que ainda por cima, se tudo isto fosse resultado de uma vontade, de um grau cultural que felizmente tinha sido atingido mais depressa e assim agiam de livre e conciente vontade, pronto, "tudo bem", mas toda a gente sabe, que resultado da crescente estupidificação desta geração (a que eu próprio pertenço), isto não é mais do que uma moda. Mas esta gente não percebe que esta moda trará consequencias, poucas boas e muitas más?
Isto revolta-me! Nem que seja pelo facto porco de que quando for mais velho e me aptecer miudas mais novas, já tá tudo podre pejado de sifilis, sida's, gonorreias, sarnas, sei lá mais o que: tá tudo podre!
que idiotas meu deus...
Fiquei chocado. Muito chocado.
O que é que raio (juro que não consigo entender) se passa na cabeça desta geração dos 13/15?
Quão idiotas conseguem as pessoas ser? é que sinceamente, não é presiso dois dedos de testa para perceber que umas certas drogas aliadas a sexo casual sem qualquer cabeça, nunca foi nem nunca será boa ideia. Temos 10 000 e tal anos de história para justificar isto.
Um adolescente, por muita febre da hormona que tenha, não tem a idade para snifar coca tão regularmente, não tem! o corpo e mentalidade pura e simplesmente ainda não tem maturidade suficiente para discernir entre experimentar algo e conseguir manter a necessária distancia e imparcialidade sobre uma substância que provocará o desejo de ser retomada (não me venham com músicas, provoca habituação sim, e não é um cocaínado qualquer que me vai dizer que isto é mentira blá blá blá quando até os ratos ficam agarrados em testes de laboratório).
Um adolescente de 14 anos não tem também o grau de cosnciência necessário para com alcool e drogas fazer constantemente sexo com desconhecidos ou conhecidos com total segurança e imparcialidade sentimental. Epah não têm não me venham com coisas! eu já fui daquela idade e sinceramente, era até bem crescidinho para a altura, e sei bem que isto a ser rotina eu n teria esta capacidade! o mundo não é preto e branco e neste cinzento em que nos mexemos é fácil as coisas ficarem confusas, ainda para mais para um puto que nem o mundo vê!
É que ainda por cima, se tudo isto fosse resultado de uma vontade, de um grau cultural que felizmente tinha sido atingido mais depressa e assim agiam de livre e conciente vontade, pronto, "tudo bem", mas toda a gente sabe, que resultado da crescente estupidificação desta geração (a que eu próprio pertenço), isto não é mais do que uma moda. Mas esta gente não percebe que esta moda trará consequencias, poucas boas e muitas más?
Isto revolta-me! Nem que seja pelo facto porco de que quando for mais velho e me aptecer miudas mais novas, já tá tudo podre pejado de sifilis, sida's, gonorreias, sarnas, sei lá mais o que: tá tudo podre!
que idiotas meu deus...
Monday, January 21, 2008
Este país, sinceramente...
há pessoas que, meu deus, revoltam-se no seu amago quando digo que n me importava nada de ir para espanha (por acaso n gostava, mas anyway, continuando ), inglaterra, frança, italia, dinamarca, qualquer coisa.. "Não és português não és nada! devias ter vergonha!". vergonha? do quê? de renegar uma vida melhor por uma questão de nacionalismo sentimental infundado? qual é a glória de ficar preso a um país que verdade seja dita, só serve um punhado de escolhidos à nascença? um país que vive do passado? vende glórias antigas em nome de uma quimera (nesta altura) irreal? Concordo em absoluto, se ninguém mudar, isto não muda. A questão é que quem tem de mudar, não o quer fazer, e quem não o quer fazer, vale por todos que o querem mudar. E enquanto não se virem privados da força motriz deste país, não mudam. Caramba, vamos ser honestos, nunca muda, como eu tentaria a minha sorte lá fora, milhões como eu de paises mais merdosos ainda o tentariam aqui. vergonha de ver isto tudo, com mais ou menos clareza?
Fodace, vergonha tenho eu de dizer que sou portugues, descendente dos descobridores de meio mundo, e deixar isto chegar aonde chegou. Isso sim é para se ter vergonha.
Fodace, vergonha tenho eu de dizer que sou portugues, descendente dos descobridores de meio mundo, e deixar isto chegar aonde chegou. Isso sim é para se ter vergonha.
Friday, January 11, 2008
Acerca das "Drogas"


Primeiro de tudo, não sou nem consumidor, nem são substancias sobre as quais sou completamente ignorante. Posto isto:
Possuo a opinião de que as drogas são um tema extraórdináriamente complexo de discutir em 2 dedos de conversa. Não é, sequer, assunto que possa ser discutido durante um café com "tias", nem enquanto se devora tremoços e despejam barris de cerveja para o estomago. Não de um modo sério, como o tema obriga.
As drogas são, sucintamente, substancias que enganam os nossos sentidos, os atropelam, aumentam, intensificam ou abrandam, basicamente, SENTIMOS-NOS DIFERENTES do estado normal. É por isso, tão apelativa. O alcool faz presisamente o mesmo efeito. E vivendo num pais onde o alcool mata, acho que uma inacreditavel hipocrisia dizer que nao se pode comparar as drogas ao alcool. A meu ver, tanto uma sao consumidas com o mesmo principio e objectivo, muda apenas a sua escala, apesar de n o ser a um grau tao amplo que se possam diferenciar. É, no entanto, impensavel proibir bebidas alcoolicas, nao so pela tradiçao que o alcool carrega na humanidade, como pelo absurdo em si: fez-se isso na america e sabemos bem os resultados. Seguindo os governos do mundo (desde quando fizeram eles isto?! ) uma lógica de guardião alada da saúde dos cidadãos, não vejo o porque de um ser legal e publicitado, e o outro é proibido e denegrido.
O tabaco é um tema que me entusiasma. Deve ser o produto de consumo legal mais criminoso de sempre: não faz nada de bem, não ajuda ninguém, não é aprazivel para ninguem excepto o seu consumidor; no entanto, obriga todos os que o rodeiam a sofrer na sua saúde o acto de outro: É legal e relativamente livre de ser efectuado em qualquer lugar. Mata mais que a própria droga, e quase meto as mãos no lume em como isto é verdade mesmo que incluamos os genocidios consequentes do trafico destas substancias. As tabaqueiras vendem o seu ganha pão de modo desonesto e malicioso, enganando os seus consumidores em relação á toxicidade e dependência que estes possuem. São produtos e empresas que mesmo assim, são legais e publicitados. No entanto, as drogas, que são PRESISAMENTE O MESMO são ilegais.
Os fármacos, meu deus, este é divertidissimo, são o expoente máximo do vender gato por lebre, dar ao consumidor substancias e mais substancias quimicas, muitas que por vezes provocam graves efeitos secundarios apenas detectaveis ao fim de bastante tempo, quando o mal está feito (não nego que isto são acontecimentos imprevisiveis e não propositados, serve no entanto como argumento a defesa do meu raciocinio) (espero eu), uma pequena parte deles provocam também a sua dependencias, são caros (alguns bem mais que a propria "droga"), sob capa de fazer bem a saude grande parte da população emburca daquilo como se fossem pastilhas elásticas, quantos e quantos não fazem absolutamente NADA ao corpo humano, á excepção de uma pequena e inconsequente alteração no nosso organismo, sendo no entanto vendido como remédio miraculoso para nossas maleitas, é uma industria que claramente corrupte sem escrúpulos médicos e provoca problemas a uma enorme fatia da população. Os próprios fármacos são, literalmente, drogas: tudo isto é legal, comparticipado e publicitado.
Que raio de critérios de avaliação são e foram usados para decidir afinal o que é legal e o que é ilegal? o grau de toxicidade? desde quando é que o haxixe ou a erva é mais toxica e viciante que a morfina, administrada para as dores? Desde quando é que umas folha de uma erva são assim TÃOOO mais prejudiciais que outras que até vêm juntas com alcatrão? o alcatrão é saudável? é? não faz assim mt mal? que fixe, vamos lamber a estrada para lavar a lingua :D.
Fora a ironia estúpida e patega, sejamos honestos, não há argumento forte o suficiente para proibir o consumo de drogas leves. Já as pesadas...
e daí? que é que tem serem pesadas? um adulto não é um ser humano independente de pensamento? alguém inteligente? capaz de tomar as suas decisoes por si? na total posse de capacidades de escolher o seu caminho? comdireito de vto, de decidir o seu futuro e indirectamente o de milhares de outros seres humanos? Então porque raio nao pode ele ter a liberdade de destruir por completo a sua vida?
Desde quando é mais grave um idiota (independentemente dos motivos que o levam a isso) gastar fortunas num vicio destrutivo do que um empresário ganancioso e egoista, que destroi tudo por onde passa com o simples intuito de amealhar uns cobres para ir ás prostitutas e pavonear-se no teatro social?
Além do enorme beneficio que seria ter uma industria como a da produção e venda de estupefacientes legalizada: os problemas financeiros dos paises modificavam-se bastante e o proprio produto seria fiscalizado e, logo, mais seguro.
Sendo o tabaco, farmacos e alcool legais, as droga teriam obrigatoriamente de o ser também, mais não fosse por uma simples consistencia de pensamento...
Sabemos no entanto que tanto as drogas, como o alcool, como o tabaco, fora pequenos beneficios, fazem mal. E se se quer salvaguardar a saude do mundo, então qualquer uma destas substancias teriam de ser banidas, proibidas e perseguidas. É o mesmo que vender amostras de veneno para as pessoas irem morrendo devagarinho. É estupido portanto que se consuma e permitir o consumo de qualquer uma destas "coisas".
Sinceramente? acho uma bruta hipocrisia as drogas serem vendidas ilegalmente e (supostamente) as escondidas: as pessoas deviam ser livres de fazer as suas escolhas, e de seguida serem confrontadas com as consequencias delas. Imensa gente iria desgraçar-se, é verdade, mas o mesmo acontece com as outras substancias, por isso acaba por ser sempre uma quetão de inteligencia, força de vontade e responsabilidade individual. E sinceramente, se uma pessoa não tem estas caractristicas para nao cair em tentação, então também não serve para ser adulta. E todos temos de crescer e não ficar bebés mimados para sempre pois não? :)
esta minha opinião vale o que vale: Eu não possuo conhecimentos nem de quimica, nem de medicina, nem de economia nem sociologia, para que esta opinião minha possa ser levada a sério. Sou demasiado ignorante para tal. Não passa de um "bitaique" reflectido de um puto que pouco sabe da vida. Como tal, quando reler isto presiso ter em atenção que não passa de uma diversão escrita e curiosidade nostálgica de ideias (provavelmente) imaturas.
Possuo a opinião de que as drogas são um tema extraórdináriamente complexo de discutir em 2 dedos de conversa. Não é, sequer, assunto que possa ser discutido durante um café com "tias", nem enquanto se devora tremoços e despejam barris de cerveja para o estomago. Não de um modo sério, como o tema obriga.
As drogas são, sucintamente, substancias que enganam os nossos sentidos, os atropelam, aumentam, intensificam ou abrandam, basicamente, SENTIMOS-NOS DIFERENTES do estado normal. É por isso, tão apelativa. O alcool faz presisamente o mesmo efeito. E vivendo num pais onde o alcool mata, acho que uma inacreditavel hipocrisia dizer que nao se pode comparar as drogas ao alcool. A meu ver, tanto uma sao consumidas com o mesmo principio e objectivo, muda apenas a sua escala, apesar de n o ser a um grau tao amplo que se possam diferenciar. É, no entanto, impensavel proibir bebidas alcoolicas, nao so pela tradiçao que o alcool carrega na humanidade, como pelo absurdo em si: fez-se isso na america e sabemos bem os resultados. Seguindo os governos do mundo (desde quando fizeram eles isto?! ) uma lógica de guardião alada da saúde dos cidadãos, não vejo o porque de um ser legal e publicitado, e o outro é proibido e denegrido.
O tabaco é um tema que me entusiasma. Deve ser o produto de consumo legal mais criminoso de sempre: não faz nada de bem, não ajuda ninguém, não é aprazivel para ninguem excepto o seu consumidor; no entanto, obriga todos os que o rodeiam a sofrer na sua saúde o acto de outro: É legal e relativamente livre de ser efectuado em qualquer lugar. Mata mais que a própria droga, e quase meto as mãos no lume em como isto é verdade mesmo que incluamos os genocidios consequentes do trafico destas substancias. As tabaqueiras vendem o seu ganha pão de modo desonesto e malicioso, enganando os seus consumidores em relação á toxicidade e dependência que estes possuem. São produtos e empresas que mesmo assim, são legais e publicitados. No entanto, as drogas, que são PRESISAMENTE O MESMO são ilegais.
Os fármacos, meu deus, este é divertidissimo, são o expoente máximo do vender gato por lebre, dar ao consumidor substancias e mais substancias quimicas, muitas que por vezes provocam graves efeitos secundarios apenas detectaveis ao fim de bastante tempo, quando o mal está feito (não nego que isto são acontecimentos imprevisiveis e não propositados, serve no entanto como argumento a defesa do meu raciocinio) (espero eu), uma pequena parte deles provocam também a sua dependencias, são caros (alguns bem mais que a propria "droga"), sob capa de fazer bem a saude grande parte da população emburca daquilo como se fossem pastilhas elásticas, quantos e quantos não fazem absolutamente NADA ao corpo humano, á excepção de uma pequena e inconsequente alteração no nosso organismo, sendo no entanto vendido como remédio miraculoso para nossas maleitas, é uma industria que claramente corrupte sem escrúpulos médicos e provoca problemas a uma enorme fatia da população. Os próprios fármacos são, literalmente, drogas: tudo isto é legal, comparticipado e publicitado.
Que raio de critérios de avaliação são e foram usados para decidir afinal o que é legal e o que é ilegal? o grau de toxicidade? desde quando é que o haxixe ou a erva é mais toxica e viciante que a morfina, administrada para as dores? Desde quando é que umas folha de uma erva são assim TÃOOO mais prejudiciais que outras que até vêm juntas com alcatrão? o alcatrão é saudável? é? não faz assim mt mal? que fixe, vamos lamber a estrada para lavar a lingua :D.
Fora a ironia estúpida e patega, sejamos honestos, não há argumento forte o suficiente para proibir o consumo de drogas leves. Já as pesadas...
e daí? que é que tem serem pesadas? um adulto não é um ser humano independente de pensamento? alguém inteligente? capaz de tomar as suas decisoes por si? na total posse de capacidades de escolher o seu caminho? comdireito de vto, de decidir o seu futuro e indirectamente o de milhares de outros seres humanos? Então porque raio nao pode ele ter a liberdade de destruir por completo a sua vida?
Desde quando é mais grave um idiota (independentemente dos motivos que o levam a isso) gastar fortunas num vicio destrutivo do que um empresário ganancioso e egoista, que destroi tudo por onde passa com o simples intuito de amealhar uns cobres para ir ás prostitutas e pavonear-se no teatro social?
Além do enorme beneficio que seria ter uma industria como a da produção e venda de estupefacientes legalizada: os problemas financeiros dos paises modificavam-se bastante e o proprio produto seria fiscalizado e, logo, mais seguro.
Sendo o tabaco, farmacos e alcool legais, as droga teriam obrigatoriamente de o ser também, mais não fosse por uma simples consistencia de pensamento...
Sabemos no entanto que tanto as drogas, como o alcool, como o tabaco, fora pequenos beneficios, fazem mal. E se se quer salvaguardar a saude do mundo, então qualquer uma destas substancias teriam de ser banidas, proibidas e perseguidas. É o mesmo que vender amostras de veneno para as pessoas irem morrendo devagarinho. É estupido portanto que se consuma e permitir o consumo de qualquer uma destas "coisas".
Sinceramente? acho uma bruta hipocrisia as drogas serem vendidas ilegalmente e (supostamente) as escondidas: as pessoas deviam ser livres de fazer as suas escolhas, e de seguida serem confrontadas com as consequencias delas. Imensa gente iria desgraçar-se, é verdade, mas o mesmo acontece com as outras substancias, por isso acaba por ser sempre uma quetão de inteligencia, força de vontade e responsabilidade individual. E sinceramente, se uma pessoa não tem estas caractristicas para nao cair em tentação, então também não serve para ser adulta. E todos temos de crescer e não ficar bebés mimados para sempre pois não? :)
esta minha opinião vale o que vale: Eu não possuo conhecimentos nem de quimica, nem de medicina, nem de economia nem sociologia, para que esta opinião minha possa ser levada a sério. Sou demasiado ignorante para tal. Não passa de um "bitaique" reflectido de um puto que pouco sabe da vida. Como tal, quando reler isto presiso ter em atenção que não passa de uma diversão escrita e curiosidade nostálgica de ideias (provavelmente) imaturas.
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