Sunday, February 08, 2009

pois

já diziam e bem "Um homem sofre..."

bla bla bla

E hoje sou um homem mais culto. Li a historia oficial e não oficial das FARC, compreendi os podres dos dois lados, ligações directas e indirectas. Reconheci as opacidades das politicas externas americanas independentemente da figura presidencial ao longo dos tempos. Descobri um brilhante comentador brasileiro e sua acutilante visão do mundo, as suas ferozes (fodace, gostamos todos tanto de violência, senão fisica então verbal. Que o ser humano é uma coisa tão triste...) criticas sociais, politicas, religiosas, enfim, o costume. Meditei algum tempo também (mais coisa menos coisa, uma horinha) sobre a incrivel fachada que sao as mulheres, a sua pura e simples incapacidade em demonstrar ao mundo aquilo que, de facto, são. Questionei-me também sobre o significado da palavra "amizade" entre homens e o quão falsa esta também pode ser. Conluindo, o meu trabalho de casa "interior" está feito, posso ir dormir e fazer asneira.

Friday, February 06, 2009

N vale a pena

invariavelmente, n servimos para nada. Por isso, nasces, divertes-te, marcas o mundo, e morres. Não há sentido qualquer para a vida, n estás ca para nada, vives um bocado e acabou. N há Deus nem recompensa divina por quer que seja, Nunca serás mais que o q chegas-te a ser aos 16 anos, morremos todos uns putos com a fachada de homens, numa qualquer luta para parecer melhor e mais que o jovem do lado. Isto para nada. Para nada.

Thursday, February 05, 2009

2003

Desde 2003 que nada me parece mesmo real ou verdadeiro. Nem eu. Nada.

puta da nostalogia

memoráveis as memórias que temos do que fizemos e não nos arrependemos, daquilo que sabemos ser errado mas repetiriamos sempre, sem qualquer hesitação ou dúvida. O prazer e gosto que temos em errar faz-nos sempre um sorriso teimosoem desaparecer, tenhamos a idade que tivermos. A responsabilidade de nos conformarmos às vigentes regras sociais, aos comportamentos expectáveis e "certos", previsiveis e compreendidos, às vulgaridades da vida, capa-me constantemente da euforia estúpida de não ser bom. Enjoa. Profundamente enjoativo esta nossa obrigatoriedade imposta sobre os ombros de sermos perfeitos. De não sermos diferentes. De esconder as nossas vontades e desejos. De não sermos "EU".

O que é "eu"?. Eu não sou nada. Ninguém é nada. Ninguém é nada ate se fazer. Até Ser.

Putas de personagens. Nenhum de nós passa de meras personagenzecas, amadoras ainda por cima, fantoches de merda num teatro reles e improvisado à medida que o "agora" vai sendo vivido.

Cresce caralho. É tudo banal. Até esta revoltazeca de merda é banal. è banal, infantil, ridicula. É isso, ridicula. Toda a nossa existência é ridicula. Fodace. Batemos no fundo. Mais triste que a miséria fisica dos pobres coitados que nada comem e cagam na rua, é esta absurda em que todos vivemos, rodeados de ideias e intenções mentecaptas, mesquinhas, enfim, humanas. Somos absurdos por sermos humanos. E o não sermos humanos é absurdo. E triste. Ciclo vicioso, este, da miséria.

Não servimos para nada, para porra nenhuma mesmo. Comemos, dormimos, emerdamos o mundo e fodemos uma bocado po meio, tá feito, pronto para ir para a cova. O resumo da nossa existência conjunta é não mais do que uma caca que, se abandonada, em 50 anos dizima-se por ela própria. Até os dinassaurozecos deixaram mais. E, no entanto, não passamos de animaizecos. Tanta conversa, tanta alegria, tanta euforia civilizacional, não passas de nada. Não és nada. Não aguento ser básico. Ser igual. Ser obviamente diferente nas igualdades. Não ser capaz das normais sacanices humanas.


é tão bom sentir de novo o fulgor da eufórica rajada de caganitas mentais q sai disparada com o alcool. E tao mau a poluição psicológica do português "correcto" que mata a sensação de honestidade transposta para o.. merda, já nem papel é.

no way out

Ao fim de um pnhado de anos, chego sempre e inevitavelmente à mesma conclusão: sou incapaz de. n vale a pena.

Tuesday, February 03, 2009

"já agora, vale a pena pensar nisto"

A única coisa que levamos desta vida são memórias, experiencias e conhecimento. Toca a fazer loucuras

Friday, January 09, 2009

...

Faz frio.
O inverno impõe-me um anoitecer precoce, o escuro encobre-me os passos. Enquanto caminho pelo ar gélido, entretenho-me a assistir às pequenas nuvens de de bafo que me fogem da boca. Tão cómicas estas pequenas e etéreas nuvens. Que existencia parca de tempo, tão.. imediata. Se tivessem vida, deviam vive-la ao máximo, tudo de uma vez, com todos os excessos e decadências tipicas da pressa de se ser e viver, conhecer e ter. Imagino o meu nariz vermelho, cor-de sangue, aquele vermelho tipico dos velhos campónios tão bebados quanto humanamente possivel, vermelho de frio. Está tanto frio. fecho melhor o sobretudo e aperto o cachecol preto, a condizer com o resto do traje. Rigor. Sobretudo preto, calça de ganga escuro, cinto de cabedal, camisa branca e malha preta, encobrido pelo blazer preto e o meu sobretudo. Enquanto caminho encanto-me com coisas simples, aquelas que não têm importancia nem significado, que não interessam a ninguém nem têm sequer valor. Olho os prédios, os passeios, as pessoas, o mundo. Delicio-me com a sua decandência, a sua idade, o seu aparente abandono, vivido por centenas de pessoas, subsistido pela necessidade. Olho para o ar, na estrada. Imagino, entre a via vazia, pequenos pirilampos. Amarelos, com efeito de blur e glow a volta, bonitos, de uma surreal beleza mesmo. Dançam consuante a música, aumentam e diminuem consuante os baixos e bateria, vivem pela percursão. Cada vez mais, o ar cheio de pirilampos, um voo sincronizado e coreografado no imediatismo do instinto. Lindo; os reflexos, a cor, a luminosidade, a cada vez maior população de pequenos dançarinos que se criam e desvanecem no ar. Caio no real, o vazio, o mesmo de sempre, caminho. Entre o som da música o barulho dos sapatos. Nunca gostei destes sapatos. Atacadores fininhos, que quase não me deixam fazer o nó, aquela pele envernizada que nunca se compreende se é verdadeira ou falsa, as solas de couro que escorregam apesar das interminaveis horas a pisar gravilha e areia para os marcar e dar aderencia. Semáforos. Penso. Ridiculo. Verde, segue a marcha forçada contra-vontade, puxada por um cavalo preto imaginario chamado responsabilidade, obrigado a prosseguir pelo que tem de ser feito. Chego. espero.
muito tempo.
Oxalá esperasse para sempre. Não quero isto. É um desejo macabro, Querer para lá do nosso quase limite de auto-controlo ver e estar com alguém, para ao mesmo tempo desejar que esse momento nunca mais chegasse. Dói-me isto. Enfim chega, alegre mas calma, contida como sempre. Esforço um sorriso amarelo. Emociono-me: fecho os olhos. Um Beijo sofrido entre uma lágrima. A pistola. O fim

Sunday, January 04, 2009

...

Decididamente tenho de aprender a ser normal e n gostar das pessoas.

qualquer dia escrevo um livro de contos infantis

Lamento tanto a minha incapacidade de lidar contigo. Lamento mesmo, gostava tanto. Tanto

"tu"

nunca percebes-te o porque. nunca compreendes-te porque eu por vezes não te queria ver, porque não queria olhar, não queria a tua presença. porque eu não era normal. lamento, só não o era. Eu sei, pretendias mais do mesmo, uma ligeira diferença, outro nome com a mesma semelhante história. Não foi. Não sou capaz. Tentei, supus poder fazer-te a vontade, mas não deu, era algo demasiado estranho a mim. A tua aparente diferença por detrás da tua igualdade ao resto do estereotipo comum que se cola à tua idade e geração atraia-me. atraia-me e atrai, não me livro disso, não sou capaz de escapar a esse engodo. Admito-o e aceito-o como a falha pessoal que me é. Mas desiludiste-me tanto. Nao conseguis-te ser de facto diferente, nem aceitar na totalidade essa diferença. e é tão simples, tão fácil de aceitar, tão apesar de tudo igual ao resto; apenas não conformada com essa mesma igualdade. A tua falta de sinceridade (não te acuso de desonestidade pois, para ser honesto, percebo-te, também eu se não fosse eu seria provavelmente assim, agindo de certo modo cobardemente ecovenhamos, inseguramente (apesar de eu próprio ser a Coisa mais insegura de sempre)) doi-me tanto. Não te custava nada baixar os braços e pura e simplesmente ser honesta, clara, não fazer esse tipo de jogos e manipulações, esse usar com receio de um futuro inseguro e inconcreto noutra pessoa. Essa tua incapacidade de perceber que eu não gosto nem acredito na diversão de certos jogos emocionais por pura e simplesmente compreender o valor e importancia disso mesmo, de sentimentos, por vulgares e superficiais que sejam. Bom, desmancho a falsa mascara por ti: percebo-te perfeitamente, cometo constantemente o mesmo nojo, a mesma falta de respeito, fodace todos cometemos. O que mais me enjoa em ti é não me enjoares e o facto de quando olhar para ti me ver a mim, com todos os possiveis defeitos que carrego e praticamente nenhuma das qualidades. Apesar disso não esqueço o que não tivemos. E tu nunca percebes-te porque. Nem eu te deixarei jamais perceber

Friday, January 02, 2009

umbigo vUm numero qualquer ja n sei

Se existe alguma extraordinaria justiça universal, ent mal posso esperar pelas minhas recompenças

Thursday, January 01, 2009

q s lixe

Mais uma desilusãozeca. Caga, venha uma temporada de degradação humana. já vai sendo hábito, faz parte. damn andré, tu não aprendes.

Wednesday, December 31, 2008

Peidozeco fulminante de caracter mental

Não percebo. Não compreendo porque, num mundo cada vez mais degradado, degradante, depressivo, com uma maior discrepancia entre ricos e pobres, uma distancia cada vez maior entre uma classe que (invariavelmente) subjuga e uma subjugada, A figura do estudante de arquitectura, na sua maioria mais generalizada, quando confrontado com o desafio de encontrar uma forma de combater a progressiva crise de mercado, continua a insistir em servir o capital. Temos de comer, é óbvio, e queremos é vender, correcto. Mas se se vender sempre aos ricos, em breve não haverá nada para vender, nem ninguém a vender. OS ricos são poucos, é necessário que assim seja, a riqueza não é assim tão imensa que possa ser distribuida por grande parte da poplação. Fora a atenção ao facto de que os ricos são, de todos os estereotipos humanos, os que menos necessitam de (ainda) mais propriedade, edificios, casas, whatever. Os pobres, classe média, esses sim são os necessitados, esses sim necessitam de atenção, esses sim necessitam de soluções e alternativas, de algum lado para onde se virar e pode sobreviver. E os pobres e classe média são imensos. Demasiados mesmo. E, consequentemente, uma massa populacional desejosa de se salvar. Como é possivel então que não se perceba que ao postar em salvações para esta gente, se faz uma enorme fortuna?! é que até do ponto de vista empresarial e não humanista é benéfico salvar esta gente! se uma pessoa pagar 100 gera-se menos fortuna do que se 10 pagarem 20. é assim tão irreal, tão utópico, ter consciencia da necesidade de entreajuda humana!? é que em profissionais já estabelecidos, já com ideias consolidadas de como sempre se fez negócio, é perceptivel que nao vejam isto. é natural, foi algo que nunca lhes foi necessario ver. Agora em pessoas que estao emformaçao e têm no minimo a obrigaçao de perceber o mundo e contribuir para o seu melhoramento?! é irreal toda esta estupidez.

Tuesday, December 30, 2008

Israel vs. Palestina

Nem um lado nem outro é inocente, nem culpado. Ambos se movimentam num lamaçal moral que n dá direito à razão qualquer um dos lados. No entanto, quando uma população armada de paus e pedras riposta contra um exército completamente armado com a mais moderna tecnologia militar, quando existe o desespero que trás coragem a enfrentar "isto", alguma coisa tem de significar. Mais não seja, a extrema injustiça de toda a situação

Monday, December 29, 2008

objectivos de vida

1. Ser Imortal
2. Deixar um legado Arquitectonico
3. deixar um legado literario
4. deixar um legado musical
5. Salvar pelo menos 100 vidas
6. ajudar pelo menos 200 vidas
7. modificar para melhor um pais
8. Amar uma mulher digna deste esforço épico
9. humilhar sexualmente uma ordinária vulgar e sem qualquer personalidade
10. Ter prole

No fim ao fechar os olhos, olhar para trás e ter orgulho no bom ser humano e exemplo para o resto da humanidade que fui.

é bom!

Time to pretend

I'm Feelin rough I'm Feelin raw I'm in the prime of my life.

Let's make some music make some money find some models for wives.

I'll move to Paris, shoot some heroin and fuck with the stars.

You man the island and the cocaine and the elegant cars.



This is our decision to live fast and die young.

We've got the vision, now let's have some fun.

Yeah it's overwhelming, but what else can we do?

Get jobs in offices and wake up for the morning commute?



Forget about our mothers and our friends.

We were fated to pretend.



I'll miss the playgrounds and the animals and digging up worms.

I'll miss the comfort of my mother and the weight of the world.

I'll miss my sister, miss my father, miss my dog and my home.

Yeah I'll miss the boredom and the freedom and the time spent alone.



But there is really nothing, nothing we can do.

Love must be forgotten. Life can always start up anew.

The models will have children, we'll get a divorce,

we'll find some more models, Everything must run its course.



We'll choke on our vomit and that will be the end.

We were fated to pretend.



yeah yeah yeah

Thursday, December 11, 2008

Tomorrow

Hello boys and girls, welcome to the motherfucking dawn of a god damned new age! All hail Caos

Wednesday, December 10, 2008

  Umadinamarquesa. Ou sueca, sueca também era fixe. Ou filandesa, ou norueguesa, tb era bom. Numa de conformado: Checoslovaca, polaca (se bem que daí tinha de ser bem escolhido que aquilo há muitas merdosas), ou de um ex-URSS. Ou austriaca, epah q austriaca  era nta porreiro! enfim, qualquer coisa menos caca mediterranica, ranhoso demais.

(o Homem é por Natureza um ser inconformado. Quando o é está pronto para abate)

Friday, December 05, 2008

Tão claro como a água

O mundo não vai mudar. Bom, pelo menos para melhor não vai. A classe politica que domina o pais está demasiado podre, demasiado embrenhado numa teia de favores e direitos obscuros, corrupções e amizades de circunstância. A única maneira de mudar isto é despejar TODA a classe politica existente hoje em dia. Só assim, a retirada súbita de poder, não anunciada e não esperada, impossibilitadora de criação de estratégias que permitam a continuação de influências manipuladoras das figuras pertinentes no cenário da tomada de decisões. Ao mudar toda a gente, ao retirar-lhes toda a capacidade "pessoal" de decidir o que quer que seja, a sobrevivência "politica" destas tristes personagens remte-se à corrupção activa através das mais variadas formas: subornos monetários, entrada em negócios, prostitutas, imobiliário, etc. Tudo coisas portanto, relativamente fáceis de vigiar. Não o fazer seria motivo suficiente para justificar uma retirada à força do poder (pois a bem nunca sairiam, não se pode ter a inocencia estúpida de acreditar que as referidas tristes personagens nada fariam para perder o seu posto). Estas personagens, seriam, assim, facilmente controladas, mais não seja pelo medo (meio de controlo básico e basilar da humanidade desde a sua fundção, por assim dizer) de sofrer na pele represálias de motins irados; a morte sempre foi um incentivo espetacular.

Com o evento de um parlamento completamente novo, o resultado imediato era obvio: fantoches politicos. Poucos mais seriam. Afinal, vêm todos dos partidos, das suas jovens fileiras. Juventudes a, b ou c, todos a mesma coisa. E lá iamos bater no fundo de novo: a velha guarda iria estender o seu tentaculo, da forma possivel, agarrando toda esta camada jovem. Esta geração está, portanto, queimada. Vejamos: O poleiro agora está ocupado pela geração de Abril, crescidos politicamente no periodo das opurtunidades politicas, nos resticidios dos ideais politicos do pós-revolução. De um periodo onde a liberdade era tão confundida com libertinagem, com irresponsabilidade, com enfim, euforia do momento sem pensar no futuro. Estas duas gerações, a nossa  e a próxima, estão queimadas.

A esperança pertence aos adolescentes e crianças de agora. O que é preocupante, visto que a actual pôs já em marcha o comboio da estupidificação ao permitir um ensino semelhante ao programa "no child left behind" (que deu no que se sabe).

CAbe à geração a que pertenço, portanto, iniciar a mudança. Ser exemplo. Nada mais, pois nada mais podemos já conseguir, somos já todos demasiado merdosos para melhorar realmente o que quer que seja, fomos demasiado bem ensinados pelos que já lá estão.